31
Ago 11
publicado por Tempos Modernos, às 19:10link do post | comentar

 

Nem sei do que gosto mais em Lisboa.

 

Se dos Agostos vazios de gente; se das primeiras chuvas ao entardecer, após o Verão; se das brisas arrepiantes que anunciam a Primavera.


publicado por Tempos Modernos, às 14:40link do post | comentar

Há meia dúzia de coisas sobre as quais devia escrever, mas que tenho protelado.

 

A obrigatoriedade de que se seja licenciado há mais de 12 anos para chegar às chefias da função pública;

 

A vigilância das chamadas de Nuno Simas, no Público, pelos serviços de informação e segurança;

 

O processo de Alexandre Soares dos Santos a Daniel Oliveira;

 

A padronização de informação;

 

O sumiço da oposição;

 

As férias do primeiro-ministro.

 

A ver se lhe dou nos próximos dias.


publicado por Tempos Modernos, às 13:03link do post | comentar

 

Ou as contradições de ter de vender para vencer.


30
Ago 11
publicado por Tempos Modernos, às 20:55link do post | comentar

 

 

 

 

 

Para o comprador não herdar as dívidas.


publicado por Tempos Modernos, às 19:47link do post | comentar

Coimbra 16 de Abril de 1990

 

"[...] O que vale aos criminosos da humanidade é que a História é morosa e nunca chega a tempo. Mesmo quando condena, é sempre fora de horas, depois dos crimes prescritos, numa altura em que já nenhum dos culpados pode cumprir a penitência."

 

 

Miguel Torga, Diário XV


publicado por Tempos Modernos, às 14:32link do post | comentar

É possivelmente a mais memorável cena de Gigi, um dos raros filmes de Vincente Minnelli que me levanta reservas.


29
Ago 11
publicado por Tempos Modernos, às 18:49link do post | comentar

 

Está bem.

 

Se em detrimento do facebook oficial, para as mensagens de Estado, Cavaco privilegia o site institucional da Presidência da República para saudar vitórias futebolísticas, haverá motivo para que o Governo não crie três grupos de trabalho três sobre o ingente tema do futebol? Para que Miguel Relvas perca a oportunidade de nomear dois professores universitários e um insigne jurista para os chefiar?

 

Afinal, o PSD conhece bem o tema, tem dado ao desporto nacional dirigentes como Santana Lopes, Hermínio Loureiro, Valentim Loureiro (entretanto independentizado) ou até Gilberto Madaíl e o país nem está em crise.


publicado por Tempos Modernos, às 17:43link do post | comentar

 

O meu reitor.


28
Ago 11
publicado por Tempos Modernos, às 22:06link do post | comentar

No Expresso, o antigo ministro da Economia Manuel Pinho, um homem capaz de transportar o ambiente de festa brava para a Assembleia da República, volta a fazer figura de sensato:

 

“É uma indignidade Portugal vender a pataco as empresas do sector energético e parte do sector das águas. A venda ao desbarato da ADP, Galp, REN e EDP não vai criar mais concorrência, nem resolver qualquer problema financeiro. Trata-se de uma decisão errada por razões de fundo e conjunturais.

 

Por razões de fundo, porque no mundo inteiro 95% dos recursos hídricos mundiais não são geridos por privados e não há país em que o Estado ou interesses nacionais não tenham grande influência no sector da energia. Não é preciso muita imaginação para ver os cenários dantescos que a médio prazo podem resultar por o Estado sair de sectores que têm uma importância estratégica.

 

Por razões conjunturais, porque não passa pela cabeça de ninguém vender as jóias da coroa quando os mercados estão pelas ruas da amargura.

 

Ninguém acreditaria se lhe dissessem que Berlusconi ia vender ao desbarato a Eni, Sarkozy a EDF ou Dilma Rousseff a Petrobras, pois não?

 

Ao contrário do que alguns pensam, Portugal não está a fazer figura de bom aluno, está a fazer a figura do aluno que aceita que lhe coloquem orelhas de burro e, ainda por cima, parece gostar de se exibir com elas em público.”

 

Estranhos tempos estes.

 

Nota: Para facilitar a leitura, parti o texto de Manuel Pinho em novos parágrafos.

 

 


publicado por Tempos Modernos, às 21:55link do post | comentar

Através da leitura do seu blogue, O Tempo das Cerejas, descobri que Vítor Dias, afinal, não comia meninos ao pequeno-almoço, retrato construído a partir da leitura dos jornais onde sempre o vi elencado e classificado numa linha ortodoxa e duríssima do PCP, gente terrível capaz inclusive de dar injecções atrás das orelhas das próprias mães, dizer mal do pacto de estabilidade e crescimento económico da União Europeia e criticar a extinção dos sectores produtivos portugueses.

 

Agora, tomaram-lhe de assalto o blogue e viu-se forçado a abrir sucursal. Coisas do funcionamento do mercado.

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