21
Nov 14
publicado por Tempos Modernos, às 09:26link do post | comentar

Ao contrário do prometido, não consegui tempo para responder a este postado.

 

Prometo fazê-lo durante o fim-de-semana, até por respeito ao visado.

 


17
Nov 14
publicado por Tempos Modernos, às 20:56link do post | comentar

Lá por Miguel Macedo ter um entendimento da ocupação dos lugares da república mais decente e menos próximo da versão lapa de que comungam ministros de acção trágico-anedótica como Crato ou Paula Teixeira da Cruz, isso não faz dele um bom ministro.

 

Ou já se esqueceram das cargas policiais, inclusive contra jornalistas em trablaho, nos inícios da governação da actual maioria? Ou dos recentes gastos com o design de um novo uniforme para a PSP, apenas três anos depois de a corporação ter mudado de farda pela última vez? É que, ontem, até Sócrates foi relativamente simpático com o trabalho de Macedo.


publicado por Tempos Modernos, às 20:18link do post | comentar | ver comentários (1)

... mas cheira-me que este anda a ver se vai  a ministro.

 

Lá para quarta-feira, desenvolvo.


16
Nov 14
publicado por Tempos Modernos, às 13:45link do post | comentar

ferrorodigues.jpg

 

(Fonte: economico.sapo.pt)

 

Como bem se sabe, é de direita todo aquele que diz já não existirem diferenças entre esquerda e direita.

 

Questionado no Público sobre o repensar das funções constituicionais do Estado, Ferro Rodrigues, chefe da bancada parlamentar socialista, responde que

"[i]sso não é um problema Constitucional, é um problema político, que sempre em todo o mundo felizmente dividiu a esquerda da direita e espero que continue a dividir."

Ao exprimir o desejo de que o estabelecimento das funções estatais continuem a dividir esquerda e direita, manifesta dúvidas subliminares quanto à firmeza de convicções ideológicas do PS, partido de que foi secretário-geral e que apenas umas perguntas antes dizia ser o partido mais à esquerda do espectro partidário português.

 

Ferro, o PS e o país ganhariam mais em resolver as contradições dos seus, do que em acenar fantasmas antigos e procurar perigos e contradições na restante esquerda como faz na mesma entrevista. A agenda da década, apresentada há dias por António Costa, mostra que os socialistas pouco aprenderam com a crise, sobre as suas causas e o seu papel nela. A situação portuguesa concreta resulta de acções e decisões postas em prática pelos que estiveram presentes no Governo. Nunca da ausência de outros, independentemente da leitura de responsabilidade por essas não presenças que o chefe da bancada rosa possa fazer.

 

E é pena que não resolvam as contradições. João Galamba, Pedro Nuno Santos e Pedro Adão e Silva, que pertenceu ao secretariado de Ferro Rodrigues, têm escrito coisas acertadas e inteligentes (aqui, aqui, aqui, ou aqui, por exemplo). Não se vê é como poderão pô-las em andamento com os caminhos traçados pela direcção que apoiam e ainda agora elegeram.


publicado por Tempos Modernos, às 12:26link do post | comentar

 

marques mendes.jpg

 (fonte: dn.pt)

 

Testemunha no julgamento da Moderna, Ângelo Correia, ou alguém por ele, desfiou os cargos que exercia em órgãos sociais de empresas, associações e cangalhada vária. Absolutamente impossível cumprir a tempo inteiro os deveres associados às dezenas de lugares.

 

Deve ser o que se passa com Marques Mendes e com muitos outros políticos que vemos ocupando tantos e tantos cargos em tudo e mais alguma coisa.

 

Nunca tiveram uma reunião, um contacto, uma diligência, uma conversa sobre nada daquilo em que periodicamente algumas destas empresas estiveram envolvidas. Desta vez foi o antigo presidente laranja com os vistos Gold, de outra vez foi outro qualquer, noutro qualquer assunto.

 

 


publicado por Tempos Modernos, às 11:50link do post | comentar

Da última vez que olhei, 69 por cento dos leitores do Diário de Notícias digital, respondentes a um inquérito DN, achavam que "a corrupção nos vistos Gold pode prejudicar a harmonia governamental".

 

Uma treta. O longo interregno de publicações de Tempos Modernos deveu-se muito a já estar tudo dito. Quantas vezes, desde 2011, aqui se escreveu que as zangas entre CDS-PP e PSD não passavam de fumo para distrair, que em nada se repercutiriam no caminho e actividade do Governo? Ide contá-las, se duvidais.

 

Mas não admira que aos inquéritos se responda no sentido em que se reponde. As peças publicadas nos jornais continuam a sugerir essa via. Tantos anos após Maquiavel, continua a não se distinguir discurso e realidade.

 

Paula Teixeira da Cruz é tão má agora quanto era antes de tentar arranjar bodes expiatórios à custa da má implementação de uma errada política centralista.

 

Pode soar a justificação cavaquista ou ladainha à Vasco Pulido Valente, mas as ideias de Crato já eram perfeitamente mediocres e relhas quando eu o dizia em redacção perante oposição massiva dos colegas em volta. O mesmo quanto a Isabel Jonet.


13
Nov 14
publicado por Tempos Modernos, às 18:40link do post | comentar

Só um analfabeto científico se lembraria de ir buscar Galileu e Copérnico para tentar provar a neutralidade científica dos modelos económicos homicidas com que temos vivido, ou a objectividade positivista do conhecimento económico.

 

(Via Ladrões de Bicicletas)


06
Nov 14
publicado por Tempos Modernos, às 18:41link do post | comentar

Não perdem uma oportunidade de ser parvos.


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