23
Fev 15
publicado por Tempos Modernos, às 20:52link do post | comentar

A ver se, em breve, se retoma a marcha que, este ano passado, bastante se interrompeu.

 

Os dias apenas confirmaram o que se foi dizendo. Quase nada que se dissesse pareceria mais que repetição.

 

 

 

 


22
Fev 15
publicado por Tempos Modernos, às 16:02link do post | comentar | ver comentários (1)

Nunca liguei, nem ligo, grande coisa a futebol e menos ainda às arbitragens. Se um clube limpava quase tudo durante 30 anos, nunca me pareceu que a hegemonia se devesse apenas às circunstâncias averiguadas no processo Apito Dourado.

 

No jogo inaugural do último mundial brasileiro, o primeiro golo, ilegal, foi para a Espanha. A Holanda respondeu-lhes com cinco golos. Não houve árbitro que valesse aos campeões do mundo em título.

 

A fazer fé no grosso de comentadores do futebol, jogou-se ontem a enésima jornada desta 1ª Liga em que o Benfica foi ajudado pelo árbitro. Não fossem estes e tenho impressão que a minha equipa se arriscava a disputar os lugares da despromoção. Lendo as crónicas e ouvindo as televisões, não me recordo da última vez em que não houve zarolhice ou premeditação dos juízes a favor do clube da Luz ou contra os seus adversários.


14
Fev 15
publicado por Tempos Modernos, às 15:24link do post | comentar

Com o provinciano e habitual desdém presumido que uma certa oligarquia nacional, sempre bem colocada, reserva aos seus concidadãos, Pedro Boucherie Mendes escarnece dos portugueses que pronunciam The Guardian em vez de The Gardian.

 

Melhor fora que se preocupasse com o modo como, na sequência do reparo, acentua por duas ou três vezes a palavra rubrica. Bastam-lhe os ouvidos para os erros de outros, falha-lhe o discernimento para atentar primeiro nos próprios.


08
Fev 15
publicado por Tempos Modernos, às 11:13link do post | comentar

Vasco Mello, da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, reconhece que, “a partir do momento em que o Estado trabalha [no Carnaval], há uma tentativa para que no sector privado este seja um dia normal”. O sucesso, porém, tem sido muito reduzido.


05
Fev 15
publicado por Tempos Modernos, às 10:17link do post | comentar

"Fui educado por um outro código, que já não vigora: o de que não se bate numa pessoa que está caída, não se goza com um preso, não se brinca com um doente, não se ri de um soldado coxo na formatura."

 

Adaptado de declarações de João Araújo,  advogado de José Sócrates, em entrevista ao i.


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