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Nov 15
publicado por Tempos Modernos, às 10:48link do post | comentar

Embora conduzido pelo Núncio do CDS-PP, o plano da devolução da sobretaxa na véspera das legislativas faz parte destes repertórios.


publicado por Tempos Modernos, às 10:23link do post | comentar

Domingos Andrade, dizia ontem na televisão que Cavaco não gosta de António Costa. O que até será bastante previsível.

 

De acordo com o director executivo do Jornal de Notícias, A desconfiança terá nascido na audiência de 20 de Outubro, quando o secretário-geral socialista deu a Cavaco garantias de um acordo à esquerda. O problema, segundo Andrade, é que o acordo só ficaria pronto a 8 de Novembro, na véspera da apresentação do programa de Governo da PaF.

 

A justificação do comentador peca por excesso de crença no Guião do PSD e do CDS-PP Para a Presente Situação. Por questões tácticas, anda muita gente interessada em identificar problemas na coligação à esquerda. É natural. Por isso mesmo é,  no mínimo, uma manifestação de ingenuidade política ignorar que o processo negocial à esquerda pôde prolongar-se até ao dia 8 de Novembro apenas por Passos Coelho ter sido indigitado para formar Governo. 


publicado por Tempos Modernos, às 09:03link do post | comentar

A JSD cuja extensão de métodos e processos pude apreciar em tempos na AEIST – e não, estão longe, tão longe, de serem todos iguais - parece refundar-se continuamente no lúmpen reflexivo.

 

Há dias para atacar os acordos à esquerda publicaram numa rede social a fotografia de um militar a içar a bandeira soviética no Reichstag Nazi. Na precipitação do sound-bite nem perceberam com quem se comparavam, em que companhia se metiam. Corpo inteiro na poça.

 

Por esses dias, e os dois casos andaram unidos nos comentários, Passos Coelho falou do reviralho pretendido pela esquerda. Azar, apropriou-se do apodo que a Ditadura Nacional e o Estado Novo tinham dado à oposição republicana democrática.

 

Posições como esta, esta ou esta não são meros acidentes de percurso. São a expressão pública da matriz intelectual da coisa, emanações catastróficas de um modo imaturo de pensar e estar na cidade. Um modo a lembrar desnecessariamente o dos chicos-espertos das associações juvenis ou o dos grémios empreendedores de uma vilória tacanha.

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