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Mai 16
publicado por Tempos Modernos, às 16:56link do post | comentar

Gritou anos a fio contra o Viver acima das possibilidades português - um mantra do PSD e do CDS-PP no Governo. Não há muito tempo, deixou o jornal que dirigia. Poucos meses antes de a publicação fechar crivada de dívidas - um desfecho inexplicável para quem destruiu tanto eucalipto a exigir o empenho nas boas contas.

 

Saído da direcção do jornal, logo se ocupou. O que é natural. A mobilidade é um atributo de alguns jornalistas - uma gente que roda pelos lugares de chefia e de comentadores na imprensa como se aquilo fosse um carrossel onde não entra mais ninguém.

 

Ontem, o Sempre Comentador colava o ministro da Educação a Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional de Professores. Já hoje, Passos Coelho explicou acusações de sábado: São da Fenprof os interesses servidos por Tiago Brandão Rodrigues

 

As afinidades electivas explicam muitas coincidências, muitas convergências. Mas às vezes ouvem-se os comentários da coisa política e dá a impressão de se estar a ouvir uma orquestra.


publicado por Tempos Modernos, às 16:44link do post | comentar

No jornal onde o censor trabalhou, e onde ainda opina, é todos os dias o cabo dos trabalhos para arranjar notícias que indiciem estar por dias a continuidade do Governo de António Costa apoiado pela esquerda parlamentar.

 

Enquanto não fecha, haja criatividade e sirva o jornal para o que serve.

 


publicado por Tempos Modernos, às 00:20link do post | comentar

A JSD fazia melhor em preocupar-se com as condições de funcionamento do jornalismo português, essas sim verdadeiramente impeditivas e violadoras da liberdade de expressão e de imprensa.

 

O pivô opinador Rodrigues dos Santos* (e se criasse um blogue?) e apoiantes seus como o publicista Lourenço são mais sintomas dos desvios propagandísticos da comunicação social portuguesa que daquilo que é realmente preciso defender.

 

* É raro verem-se directores a escrever notícias, mas este * texto foi escrito por David Dinis, actual director da TSF, ex-director do Observador e antigo assessor de imprensa de Durão Barroso. Do currículo de David Dinis, no pós-RP do antigo primeiro-ministro, constam lugares de jornalista e de editor nas secções de política do Diário Económico e do Diário de Notícias.

 


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