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Out 13
publicado por Tempos Modernos, às 09:56link do post | comentar

 

(Fonte: O Mensageiro, The Postman, 1997)

 

... será vendida até Dezembro.

 

O negócio está nas mãos de Pires de Lima, ministro do CDS-PP.

 

Seria significativo que o maior partido da oposição (e os outros também) avisasse a navegação: "Quando chegarmos ao Governo renacionalizaremos os CTT, um tipo de empresa que até nos livres Estados Unidos é uma empresa federal, e garantimos que não pagaremos indemnizações a quem agora se chegar à frente."

 

Era vê-los virem.


É um negócio que não interessa a ninguém a não ser a parte do serviço expresso.
Se virem uma entrevista do administrador da RANGEL percebemos bem que o negócio das cartas é para ser público porque não dá dinheiro, e o correio expresso é apetecível
"É preciso separar os negócios e depois sim a RANGEL está interessada", disse ele.
Se for vendido num pacote único não vale nada.... depois será separada, irá à falência e finalmente o estado terá de investir uma fortuna para ficar com apenas o negócio que não dá lucro.
Mais uma vez vamos ser enganados !
paulo a 23 de Outubro de 2013 às 11:13

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