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Dez 13
publicado por Tempos Modernos, às 22:29link do post | comentar

 

(Fonte: Alexandre Nevski)

 

Há uns anos, ouvi um qualquer político sacar do PIB, dividi-lo pelo número de dias úteis do ano e chegar publicamente à conclusão de que era esse o valor que o país perdia em cada feriado.

 

Foi com esta espécie de aritmética atamancada que os que lá estão agora no Governo sacaram dois feriados ao povo português - os outros dois foi a igreja de Policarpos e Clementes que lhes ofereceu o pescoço, desprezando pelo caminho a homenagem aos mortos dos seus e dos outros.

 

Conta-se hoje o segundo feriado laico retirado. E bom seria que todas as oposições se comprometessem a repor.

 

É apenas uma coincidência que tivesse andado um secretário de Estado pela Grécia para de lá sair apodado como "o alemão", na semana anterior à não celebração do 1º de Dezembro.

 

Afinal, todos os dias, há cerca de dois anos e meio, que o Executivo de Pedro Passos Coelho e de Paulo "Protectorado" Portas se comporta como agente de interesses estrangeiros ou, quando se dá o caso de defender interesses nacionais, apenas daqueles cujo capital não tem pátria e que muitas vezes está a render nas holandas e em outros paraísos fiscais.


O capital pode não ter pátria mas a "gente gira" tem: uma pátria universal de gente sofisticada e elegante - a Louis Vuiton/YSL/Prada/Gucci e tutti quanti mai-l`aquele hotel do Dubai e os outros de Paris-Roma- NYC-Tóquio, a única pátria que merece ser vivida e por mor da qual tudo é legítimo.
:P a 2 de Dezembro de 2013 às 19:39

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