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Jul 16
publicado por Tempos Modernos, às 16:16link do post | comentar

Finalmente, um ministro do Ensino Superior diz com todas as letras o que tem de ser dito e feito acerca das praxes no ensino superior, uma tradição inventada e fascizante.

 

Num caso que conheço bem, o do Técnico da transição dos anos 1990 para os 2000,  sucessivas direcções da Associação dos Estudantes (de Miguel Lobo, João Fonseca,  Luís Mota, Valentina Garcia, Sara Oliveira, José Oliveira, Pedro Moura e Ricardo Martins) dinamizaram grupos e comissões não praxistas de recepção e apoio dos novos alunos. Tudo mudou quando estas listas foram substituídas por outra repleta de gente da JSD e acarinhada pelo então presidente do Conselho Directivo, Diamantino Durão. Queriam recuperar o espírito académico, diziam.

 

No Conselho Pedagógico  da escola esteve-se vários meses à espera que os representantes da área pedagógica dessa AEIST quisessem marcar uma reunião com o órgão de gestão - decorria então o processo do Tagus Park, da implementação das chamadas medidas pedagógicas, que aumentaram o semestre lectivo e encurtaram o período de avaliação. Em compensação, na nova revista, paga  por um patrocínio bancário, o que nunca tinha acontecido, os representantes da área pedagógica da AEIST escreviam (e ilustravam), todos os meses, artigos sobre o uso da capa e batina e outros assuntos do género.

 


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