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Nov 15
publicado por Tempos Modernos, às 08:27link do post | comentar

Ao contrário do que a própria julga, o que aborrece em Maria Filomena Mónica é a sobranceria balofa com que se reclama do rigor e da exigência. Há semanas, em entrevista, com leviandade iludida, dizia-se odiada por esses que desprezam o rigor.

 

E logo ela a falar de rigor. Logo ela, autora de dezenas e dezenas de pérolas vazias, gasosas, sobre o mundo que a rodeia. Reflexões achistas, o mais das vezes malcriadas, pescadas no aquário preconceituoso onde habita ridícula, irresponsável e privilegiada.

 

* "mnemónica", que a senhora nunca se deixa(va) esquecer, ironizam Armando Silva Carvalho e Maria Velho da Costa, Livro do Meio, Caminho, 2007.


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