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Ago 16
publicado por Tempos Modernos, às 10:48link do post | comentar

O orçamento rectificativo e a injecção de capital são obviamente relevantes, mas é estranho que a ninguém ocorra perguntar da vitória política que o acordo de Bruxelas significa, mesmo que haja muitos, muitos pormenores para esclarecer:

 

"Mário Centeno sorriu, com ar espantado, talvez pelo facto de ninguém na sala, naquela conferência de imprensa, lhe perguntar pela vitória que reclamava. As televisões não destacaram e os jornais no dia seguinte não puxaram pela frase que na altura  fez questão de frisar: «O acordo é uma boa notícia, uma muito boa notícia». A ideia não passou e o que ficou no papel foi que as contas orçamentais teriam de ser revistas para acomodar a injecção de capital. Centeno não apareceu como o salvador da Caixa nem da pátria, pelo menos da financeira."

 

In Público


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