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Ago 16
publicado por Tempos Modernos, às 12:32link do post | comentar

A questão ética nem se lhes coloca, a aceitação por um governante de viagens pagas por uma grande empresa para ver jogos de futebol é de tal modo natural que a incompatibilidade e o lio em que se metem não lhes surge na cabeça de forma meridiana.

 

E, depois, sempre o primado da lei enquanto justificativo. Por estas e por outras é que se torna impossível ensinar ética e deontologia. Ou se tem ou não se tem.

 

A falta de consciência leva-os às várias formas de se apodrecerem civicamente, de se deixarem enredar em redes de criação de empatias. Simpatias que mais tarde podem ser ou não accionadas.

 

A falta de discernimento leva-os a porem-se a jeito e a minar Governos. Até por uns trocados, como no caso de Rocha Andrade. Não é o primeiro caso, não será o último.

 

E, neste caso, ainda por cima, o tiro assesta no omnipresente e central Ministério das Finanças. O que dificulta todas as medidas.


Não se trata que questões politicas ou partidárias. É apenas uma questão de personalidade que as pesdoas em causa não têm nem nunca terão. Pois quem aceita uma viagem e tudo o que a envolve, não precisando em termos económicos, não tem personalidade nenhuma. É um indicio que facilmente pode ser corrumpido. E a empresa que patrocinou a dita viagem sabe-la toda. Não tenhamos dúvidas.
Paulo a 4 de Agosto de 2016 às 18:40

Tinha que ser "para ver jogos de futebol" porque se fosse para fazer algo de útil, mesmo com tudo pago, ele provavelmente não aceitava.
Marta Elle a 4 de Agosto de 2016 às 19:11

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