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Mai 16
publicado por Tempos Modernos, às 08:36link do post | comentar

Diz-se no Público que o primeiro-ministro António Costa quer mais privados na educação, mas que ainda ninguém disse que sim. A Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade diz que proposta de Costa vai criar "redundâncias" como as que criticou nos contratos de associação.

 

Curioso que venha destes sítios a preocupação com as redundâncias. Será genuíno ou revelará precupações com a redistribuição do bolo? Há dias, ao corte de turmas, previsto pelo Estado, nos colégios privados com contrato de associação, chamou Rodrigo Queirós e Melo, da Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular, a "certidão de óbito" do sector. Exageros, quando a coisa atingirá 39 colégios num universo de 2800 estabelecimentos de ensino do género.


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