26
Fev 17
publicado por Tempos Modernos, às 17:11link do post | comentar

Paulo Núncio mostrou uma grande elevação de carácter e o país deve muito ao doutor Paulo Núncio pelo trabalho de combate à fraude e à evasão fiscal", disse Assunção Cristas aos jornalistas.


21
Out 16
publicado por Tempos Modernos, às 18:53link do post | comentar

Mota Soares ao estar no governo com os colegas de partido Assunção Cristas e Paulo Portas

 

Cortou o abono de família

Reduziu o subsídio de desemprego 

A indemnização por despedimento

Impôs dias de trabalho gratuitos tirados das férias e dos feriados

E mais cinco horas semanais gratuitas no Estado

Eliminou o descanso compensatório por trabalho suplementar

Aprovou os cortes nas pensões nominais

 

Mota Soares ao estar no governo com os colegas de partido Assunção Cristas e Paulo Portas

 

Não hesitou em cortar pensões

Aprovou orçamentos inconstitucionais pela sua crueldade contra os mais idosos.

 

Em quatro anos no governo com os colegas de partido Assunção Cristas e Paulo Portas

Mota Soares só aumentou

 

Pensões sociais e rurais

E as que tinham curtas carreiras contributivas (até 15 anos no regime geral, até 18 anos na CGA)

Deu-lhes entre 12,01 e 15,14 euros

Mas esqueceu-se dos que contribuíram mais de 15 anos no regime geral e que têm pensões abaixo dos 275 euros

 

Nesses quatro anos que Mota Soares passou no Governo com os colegas Assunção Cristas e Paulo Portas

 

Pagou aqueles poucos aumentos

Tirando aos mais pobres

Cortando no Complemento Solidário para Idosos

E noutras pensões

 

Mota Soares queria voltar a estar no governo com os colegas de partido Assunção Cristas e Paulo Portas

 

E até prometia tirar mais 2400 milhões de euros às pensões até 2019

 

Agora, Mota Soares colega governo e de partido de Assunção Cristas e Paulo Portas

 

Acordou para a vez dos doentes, os novos ciganos e malandros do RSI


31
Ago 16
publicado por Tempos Modernos, às 15:58link do post | comentar

Perante o pedido de pagamento de IMI de prédios da igreja feito por algumas repartições de finanças, a presidente do CDS-PP ameaça.

 

Pelo menos é isso que parece decorrer do modo como Assunção Cristas põe a questão. Um estilo causa-efeito plasmado como vingança:

se cobrarem impostos à Igreja, o CDS-PP exigirá o fim da isenção do IMI de partidos e sindicatos.

 

É a responsável máxima de um partido civil a retaliar sobre os partidos e os sindicatos em nome da Igreja a que pertence.

 

O Partido do Paulinho das Feiras terá dado lugar ao Partido da Sãozinha das Freiras.


10
Ago 16
publicado por Tempos Modernos, às 21:38link do post | comentar

Ana Sá Lopes tem-se rendido ao termo partidário geringonça com que o seu jornal (o i) e os apoiantes do PSD e do CDS-PP se referem ao Governo de António Costa viabilizado pela esquerda parlamentar. Tinha obrigação (e experiência) de pensar melhor na escolha semântica política e nos seus efeitos.

 

Hoje não falou de geringonças. Fez antes uma pergunta acerca do paradeiro da ministra da Administração Interna, o que fará algum sentido. Só que na explanação da ideia estampava-se um bocadinho:

 

"Onde anda a ministra da Administração Interna? De férias noutro fuso horário? Ninguém a substitui?"

 

Se Ana Sá Lopes se preocupa com a falta de supervisão política de topo, a conversa é uma. Se se encanita com a falta de um suplente, então aí devia ver mais televisão.

 

É que já teria topado com Jorge Gomes, secretário de Estado da Administração Interna, a falar acerca dos incêndios em vários canais televisivos. Se a cabeça politica do Ministério não se mostrou, já não se pode considerar que os responsáveis do sector tenham desaparecido do espaço publicado.

 

Outras questão passa pela eficácia dos governantes. Terá Jorge Gomes sido eficaz? Não sei, confesso. E, aqui entre nós, parece-me que Ana Sá Lopes - uma jornalista respeitável, que é injusto associar ao mau jornalismo português - também não saberá grande coisa da eficácia ou falta de eficácia da acção do secretário de Estado.

 

De qualquer modo, perguntar pelo paradeiro de Constança Urbano de Sousa faz menos sentido do que parece.

 

O problema dos incêndios é um problema do Ministério da Agricultura. Lugar onde o ministro da Agricultura Capoula Santos não está pela primeira vez e que foi ocupado nos quatro anos e meio antes dele por Assunção Cristas.

 

Verão após Verão, os fogos florestais repetem-se em Portugal com uma regularidade dramática. Perda de bens, perda de vidas, perda de memórias. Das outras vezes de Capoulas, já havia fogos. Havia fogos quando chegou e continuou a haver fogos depois de deixar a pasta.

 

A propósito dos incêndios, o comunista Vítor Dias repesca hoje uma intervenção do seu partido. Foi feita em 2003, já Sevinate Pinto, no Governo de Durão Barroso e Paulo Portas, substituíra Capoula Santos. Pelo resumo do que Agostinho Lopes então disse se percebe como parte das questões de há 13 anos eram já as mesmas,

 

Nos quatro anos e meio de Assunção Cristas na pasta das florestas prosseguiram  os fogos. Aliás, o Verão de 2013, quando a ministra esteve de licença de maternidade, foi brutalmente mortal. Nesse ano, nove bombeiros perderam a vida no combate a incêndios florestais.

 

Como se recorda no Aventar, a hoje presidente do CDS-PP teve más ideias para a floresta portuguesa. Favoreceu, por exemplo, a monocultura do eucalipto - uma opção que entre outros defeitos facilita a propagação das chamas. Não se pode dizer que a herança deixada por Assunção Cristas tenha sido brilhante. 

 

O problema é de ordenamento florestal e do território e não de meios e técnicas de combate. Marcelo Rebelo de Sousa tem razão. Não dá para encolher os ombros, nomear uma comissão, aguardar pelo próximo Verão e esperar que tudo volte a arder.


16
Jul 16
publicado por Tempos Modernos, às 15:53link do post | comentar

Assunção Cristas queixava-se há dias das descidas do IVA da restauração, dinheiro que teria melhor efeito se aplicado em políticas de natalidade. A presidente do CDS-PP não vê virtudes em poder contratar mais empregados, baixar preços e por essa via atrair clientes, ter fundos para fazer investimentos, para mais compras no sector agro-alimentar, ou mesmo do ficar com mais dinheiro no fim do mês. É, aliás, o mesmo ponto de vista ideológico de Teodora Cardoso, um olhar pitosga, diria Jerónimo de Sousa.

 

Em nada disso que potencia a melhoria de vida de centenas de milhares de trabalhadores do sector e de estabelecimentos (muitos deles a funcionar como em tempos funcionou a agricultura de subsistência) vê Assunção Cristas alguma virtude. A presidente do CDS-PP está convencida de que as pessoas não têm filhos apenas por falta de tempo para tomar conta deles. O problema da falta de dinheiro no fim do mês não lhe surge como um obstáculo. É que ter dinheiro no bolso até os problemas da falta de tempo resolve. E, ainda por cima, permite fazer escolhas.

 

É, obviamente, uma questão ideológica que ao reforçar económico de um sector de actividade composto por milhares e milhares de micro, muito pequenas e pequenas empresas, a ex-ministra da Agricultura prefira a caridosa satisfação de clientelas através do despejo de verbas em creches pertencentes a IPSS e à Igreja Católica. Afinal, no CDS-PP já mostraram várias vezes gostar bastante dos contratos de associação, que lhes servem para quase tudo.


08
Jul 16
publicado por Tempos Modernos, às 18:45link do post | comentar

Apesar dos jornalistas que descobrem em declarações da área do PSD e do CDS-PP a defesa do país contra as sanções de Bruxelas, há gente menos optimista. Pacheco Pereira acredita haver gente no PSD, por exemplo, que quer as sanções e que precisa delas do ponto de vista político.

 

Claro que há sempre outras leituras, mas eu não confiaria em boa parte dos meus camaradas jornalistas no activo para trocarem certas proposições partidárias por miúdos. Quando, há dias, Schäuble se lembrou de sugerir um segundo resgate para Portugal, o melhor que ocorreu a Assunção Cristas para defender o País foi que "gostaria que Portugal, de facto, não se pusesse nos radares e não se pusesse na situação de ser objecto de comentários, porventura menos felizes".

 

Na ocasião, um canal televisivo fez a súmula de posições dos partidos em relação às declarações do ministros das Finanças alemão. Nela dava conta que todos os partidos se tinham manifestado contra as declarações de Schäuble. Uns de modo mais emocional, outros de de modo "mais assertivo", disse a jornalista referindo-se às declarações da presidente do CDS-PP.

 

Confesso que me pareceu forçado ver nas declarações de Assunção Cristas a condenação das declarações de Schäuble. Primeiro condena Portugal, que se põe a jeito, depois considera as declarações "porventura menos felizes". Ou seja, se as declarações são "porventura menos felizes", também podem não o ser. É isso que o porventura quer dizer.

 

Com aquele porventura, Assunção Cristas põe a hipóteses de as declarações serem infelizes, mas também abre a porta para que a afirmação de Schäuble tenha sido feliz. Se nestas declarações da antiga ministra da Agricultura havia qualquer assertividade condenatória do alemão, eu ia ali e já vinha.

 

 


22
Abr 13
publicado por Tempos Modernos, às 22:11link do post | comentar

Louçã disse-o na sexta. Medeiros Ferreira escreveu-o no sábado.

 

Portas tenta a todo o transe acertar agulhas com um novo eleitorado.

 

Com os reformados já não se deve safar. Numa pasta, Mota Soares cortou-lhes as reformas, já Assunção Cristas aumentou-lhes as rendas. 

 

Também havia os contribuintes, e nessa área também não se dá pela acção moderadora do partido antigamente conhecido como partido dos contribuintes.

 

A obsessão recente com a pasta das Economias vinca como Portas aspira poder dar dinheiro aos empresários e encontrar um novo nicho  eleitoral.

 

Só que parece que Passos Coelho não está pelos ajustes. Hoje, no processo em curso de remodelação às pinguinhas, Castro Almeida reforçou a pasta do Desenvolvimento Regional entregue há uma semana e tal ao também laranja Miguel Poiares Maduro. Amanhã, Álvaro Santos Pereira anuncia um programa para a recuperação económica

 

A jogada de Passos Coelho é arriscada. Portas não quer correr o risco de que se comece a perceber que, mais que fazer coisas pelos eleitores, lhe interessa o poder.

 

Se deixar o marfim correr, há a hipótese de ver esvaziar-se-lhe o partido e nada lucrar com uma eventual pasokização do parceiro laranja. Mais vale sair antes, zangado, e convergir com um PS ganhador. 


10
Jan 13
publicado por Tempos Modernos, às 09:50link do post | comentar
 
(Foto: Público.pt)
Conhece-se o método. Primeiro, ameaça-se amputar um braço. Depois, amputa-se a mão e o doente fica feliz, pois pudera.

 

O outro método também se conhece. Um dos ministros do CDS-PP - o que trata das questões laborais, da segurança social, dos pensionistas e do desemprego - diz que não é final, nem oficial, a proposta apresentada ao Governo pelo FMI. O chefe da bancada popular também se demarca.

 

Tramado é que a coisa esteja já publicada na página oficial do Governo. Ou que Carlos Moedas lembre o parceiro de coligação que o 

relatório do FMI resulta de "consultas presenciais com todos os membros do Governo".

 

De qualquer forma, o secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro só pode ter tido autorização do chefe laranja para descobrir estes jogos de fumo do CDS-PP. O recado do adjunto de Passos Coelho espelha críticas aos populares no círculo mais íntimo e sensível da esfera governamental.

 

Em termos governamentais, a jogada é irresponsável e arriscada. Ainda mais depois do que se passou com a TSU. O PSD está quase sem tempo para conduzir as mudanças que se propôs fazer e o barro precisa de algum tempo para colar à parede. Por outro lado, Paulo Portas tem cada vez menos espaço para perder a cara. Sinal importante da desagregação da coligação é dado por Assunção Cristas, talvez inconscientemente. A sobrecarregada ministra da Agricultura está grávida do quarto filho e já não tenciona passar o Verão em funções. O Executivo também não deve durar até lá. 


31
Out 12
publicado por Tempos Modernos, às 12:54link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

(Foto: dinheirovivo.pt)

 

Maria João Rodrigues, que noutra encarnação foi ministra do Trabalho de António Guterres, acaba de sugerir a Júlia Pinheiro que Portugal devia encher a orla marítima com parques eólicos (produzindo e vendendo energia, como terá feito a Dinamarca) e estações de aquicultura para produção de peixe em condições mais próximas das naturais.

 

Para qualquer das coisas necessita de engenheiros e arquitectos navais. Uma percentagem altíssima, são pouco mais de duas centenas e conheço-os a quase todos, está no estrangeiro. Quanto a estaleiros navais, capazes de construir esse tipo de equipamentos, o Executivo aliena-os como se vê com os de Viana do Castelo, unidade industrial tutelada pelo Ministério da Defesa.

 

Já a ministra Assunção Cristas, embora tenha a pasta do Mar, só trata das pescas. Mas como se viu há dias está mais voltada para a importação de equipamentos electrónicos e máquinas marítimas.

 

Em Portugal, anda esta gente toda a falar de mar há não sei quantos anos só que os decisores políticos ainda nem sequer foram capazes de perceber o que é que precisam de ter. Aqui há tempos o Executivo anunciou o lançamento de um sítio na internet onde se pudesse apresentar ideias mas nem isso avança.


28
Out 12
publicado por Tempos Modernos, às 16:43link do post | comentar | ver comentários (2)

 

(Foto:http://noticias.sapo.pt)

 

Felizmente, há um grupo de agricultores que já percebeu que uma das vantagens competitivas nacionais vai para as frutas, legumes e flores. Tudo produtos alienados pela Política Agrícola Comum e por sucessivos governos portugueses a troco de subsídios de não produção.

 

Por esta altura, a fruta portuguesa vai procurando mercados externos, vende-se fora da época dos outros até em países africanos e asiáticos.

 

Assunção Cristas foi há dias a uma feira em Madrid promover esta produção nacional. Aproveitou para fazer agulha para o peixe e para o sector das pescas que tutela. Aí é que se perdeu um bocado. Mas também, coitadinha, não sabe mais.

 

Feitos que estão os abates de embarcações negociados, disse a ministra da Agricultura e do Mar e de mais não sei quantas pastas, Portugal devia investir em novos sistemas de comunicação, em máquinas menos poluentes e com menor consumo de combustível.

 

Ou seja, em vez de solicitar a capacidade industrial instalada e para a qual existem competências nacionais - o projecto e construção de cascos hidrodinamicamente mais eficientes, por exemplo - lembra-se de apostar na importação de electrónicos e de motores. Não é que não faça também sentido, mas esquecem-se sempre de qualquer parte.

 


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