30
Ago 17
publicado por Tempos Modernos, às 14:22link do post | comentar

Ouvi hoje Cavaco falar na universidade de Verão laranja em Castelo de Vide e Maria Vieira apresentar na TVI o livro com os seus comentários numa rede social.

 

Não consegui distinguir um do outro. 


20
Fev 17
publicado por Tempos Modernos, às 16:24link do post | comentar

Livro de Cavaco esgotou em cinco dias.


13
Fev 17
publicado por Tempos Modernos, às 11:09link do post | comentar

O título Quinta-feira e outros dias, livro de memórias de Cavaco Silva, parte de uma ideia interessante - é o dia que em Belém se reserva para as reuniões com o primeiro-ministro - mas acaba a meio caminho entre o de uma novela romântica e o de um livro de auto-ajuda. A capa lembra as estilizações modernas dos livros que em tempos pertenciam à colecção Sabrina.

 

Deve pressupor-se, pois, que os destinatários são os mesmos? Diria que não, mas depois há a pré-publicação da coisa no Expresso que não favorece esta expectativa. Falta sumo às revelações. O que o semanário destacou, a fazer fé nas televisões, foram as reuniões sonolentas de Cavaco primeiro-ministro com o Presidente da República Mário Soares; os atrasos sem aviso de Sócrates, em quem Cavaco não acreditava; a pontualidade de Passos Coelho, que aguardava calado as perguntas do inquilino de Belém.

 

Algum jornalismo há-de gostar disto a que chamam detalhes, pormenores que só por mero acaso definem um carácter. Mas se editores e jornalistas não encontraram no livro mais do que estes circunstancialismos sem concretização substancial, confirma-se pela enésima vez a espessura do autor. Ou então querem fazer suspense com o sumo.


06
Fev 17
publicado por Tempos Modernos, às 17:53link do post | comentar

Cavaco receia "ignorância de alguns" dirigentes europeus


07
Jan 16
publicado por Tempos Modernos, às 13:45link do post | comentar

publico.jpg

Primeiras páginas como essa aí de cima; a emissão de festa de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa dos programas de comentário-propaganda velhos de 15 anos na TVI; boicotes de direcções de informação a coberturas de campanhas eleitorais; o processo de entronização televisiva do actual chefe de Estado, reforçado pelas motos de repórteres de imagem da SIC a fazer de batedores no desfile de Cavaco entre a sua casa na travessa do Possolo e o Centro Cultural de Belém onde anunciaria a candidatura presidencial.

 

Direcções de informação e editores chamam-lhes critérios editoriais. Alguém mais crítico chama-lhes fretes, recusa do pluralismo, conivência com interesses não informativos. Directores de informação e editores têm todo o direito a ter os seus candidatos e até a apoiá-los publicamente e em espaços de opinião. Misturar tudo, como se estivessem a dar notícias - ainda para mais, tendo Portugal o reduzido e cercado mercado informativo que tem -, seria irresponsabilidade desvio deontológico se não fosse antes irresponsabilidade democrática.


19
Nov 15
publicado por Tempos Modernos, às 10:02link do post | comentar

Cavaco gosta tanto de ouvir o oco que reverbera que, entre os economistas escolhidos a dedo para o aconselharem sobre a nomeação de um novo Governo, está Vítor Bento, representante da raça e um caso sério de lata e desfaçatez.

 

Se, e quando, o voltar a ouvir (um destes dias, que deixou de haver pressa de formar Governo, ou empenho na estabilidade governativa) na qualidade de conselheiro de Estado (cargo que ocupa pela cota pessoal do inquilino de Belém), Cavaco não estranhará o eco repetindo o que já antes quisera ouvir.

 

Talvez até sorria embevecido com o dia em que, quebrando a tradição dos Presidentes da República da Democracia, deixou de indicar para o Conselho de Estado gente que cobrisse todo o espectro ideológico e convidou cinco caixas de ressonância da sua própria opinião. Se acedera a interromper o doce remanso da reforma, não fora de certeza para ouvir parvoeiras e gente estúpida.

 

E talvez Cavaco evite esconder a melancolia por, nesta rodada das forças vivas da nação, não ter podido convidar o amigo Dias Loureiro, antigo banqueiro e companheiro de Governo e partido que também foi seu conselheiro de Estado.


08
Nov 15
publicado por Tempos Modernos, às 14:55link do post | comentar

Estou  desejoso de que Cavaco abandone Belém para se poder começar a tratar a figura tal como ela merece e sem risco de se ir condenado por ofensa à presidencial instituição.


05
Nov 15
publicado por Tempos Modernos, às 22:59link do post | comentar

Em 2011, tivémos a procissão dos banqueiros servindo-se às entrevistas de jornalistas anjinhos para explicar as virtudes da tróica e da sua vinda.

 

Agora, mais de 100 empresários "espontâneos", dizem eles, vão entregar a Cavaco um manifesto contra um governo de esquerda e ameaçam mesmo "adiar contratações" - sim, que nestes últimos quatro anos foi um fartar vilanagem de ofertas.


18
Out 15
publicado por Tempos Modernos, às 13:05link do post | comentar

Só não tinha imaginado a obrigação constitucional de ouvir os partidos antes de dizer ao presidente do seu que fosse formar Governo.

 

* Título do Jornal de Notícias


publicado por Tempos Modernos, às 11:16link do post | comentar

"Cavaco tinha imaginado o actual cenário político"


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