18
Jul 15
publicado por Tempos Modernos, às 12:15link do post | comentar | ver comentários (1)

Mas os gregos não querem de maneira nenhuma sair do euro e, como mostram as últimas sondagens, preferem um acordo draconiano e dolorosíssimo a uma alternativa.


16
Jul 15
publicado por Tempos Modernos, às 11:19link do post | comentar

propaganda.JPG(fonte: publico.pt)

 

Há os títulos informativos, os títulos incitativos, mas também há os títulos opinativos e dos estados de alma de quem os faz. Sem aspas, responsabiliza o jornal e o autor da peça.


14
Jul 15
publicado por Tempos Modernos, às 16:23link do post | comentar | ver comentários (1)

drstrangelove02.jpg

 O título deste postado foi alterado. Primeiramente, estava apenas Dr. Schäuble.


12
Jul 15
publicado por Tempos Modernos, às 11:11link do post | comentar

Também não é indiferente que após a convocação do Referendo na Grécia tenham sido publicadas tantas sondagens a dar conta de um quase empate entre os partidários do Não e os do Sim.

 

O anunciado empate redundou numa clara vitória dos adeptos do Não. E tanta esperança que tantos jornalistas portugueses depositaram na vitória do quase empatado Sim grego.

 

Por cá, também houve recentes sondagens dando conta de uma vitória da actual coligação PSD-CDS/PP. São modos de dar esperanças aos eleitores do Sim e da Coligação, de tentar transformar em votos esse sentimento.

 

Democracia e sondagens? A publicação das últimas inquina a primeira. Tanto mais que o grosso dos jornalistas não percebe nada de estatítica e faz análises de resultados em modo ganha A ou ganha B.


06
Jul 15
publicado por Tempos Modernos, às 20:33link do post | comentar

Ter o ex-director do Diário Económico,António Costa,  na TVI, e José Gomes Ferreira, na SIC, a dizer coisas sobre a vitória do Não no referendo grego não é informação. É intoxicação.


27
Jan 15
publicado por Tempos Modernos, às 14:10link do post | comentar

Em Portugal, aguarda-se.

 

No PSD e no CDS-PP pelos resultados da governação do SYRIZA.

 

No PS pela investigação a José Sócrates.

 

 


01
Dez 13
publicado por Tempos Modernos, às 22:29link do post | comentar | ver comentários (1)

 

(Fonte: Alexandre Nevski)

 

Há uns anos, ouvi um qualquer político sacar do PIB, dividi-lo pelo número de dias úteis do ano e chegar publicamente à conclusão de que era esse o valor que o país perdia em cada feriado.

 

Foi com esta espécie de aritmética atamancada que os que lá estão agora no Governo sacaram dois feriados ao povo português - os outros dois foi a igreja de Policarpos e Clementes que lhes ofereceu o pescoço, desprezando pelo caminho a homenagem aos mortos dos seus e dos outros.

 

Conta-se hoje o segundo feriado laico retirado. E bom seria que todas as oposições se comprometessem a repor.

 

É apenas uma coincidência que tivesse andado um secretário de Estado pela Grécia para de lá sair apodado como "o alemão", na semana anterior à não celebração do 1º de Dezembro.

 

Afinal, todos os dias, há cerca de dois anos e meio, que o Executivo de Pedro Passos Coelho e de Paulo "Protectorado" Portas se comporta como agente de interesses estrangeiros ou, quando se dá o caso de defender interesses nacionais, apenas daqueles cujo capital não tem pátria e que muitas vezes está a render nas holandas e em outros paraísos fiscais.


14
Jun 13
publicado por Tempos Modernos, às 12:25link do post | comentar

Marya Skylakou não aderiu à greve contra o fecho da ERT, estação pública de rádio e televisão grega, lê-se hoje no Público:

 

"Centenas de milhares de pessoas perderam o emprego, por que é que havia de protestar por causa da ERT? [...] O funcionário mais baixo de lá ganha num dia o que eu ganho numa semana".

 

O discurso de Maria Skilakou, "funcionária num café" grego, tem um único problema. Ela só tem a ideia de que alguns funcionários da ERT ganham num dia o que ela ganha numa semana (obviamente, apenas pivôs e estrelas) por existir quem dê notícias.

 

Sem informação e canais como o ERT, nunca saberia que centenas de milhares de pessoas perderam o emprego.

 

Maria Skilakou não aceitará que lho digam, é quase sempre assim, mas demissionismo, vistas curtas e umbiguismo cívicos fazem tanto pela actual situação como uma clique de governantes corruptos ou irresponsáveis.


12
Jun 13
publicado por Tempos Modernos, às 00:04link do post | comentar

A Grécia vai fechar a ERT, a estação pública de televisão. Para já é temporário, mas em países colonizados é muito mais simples governar como se quer quando se acaba com os jornalistas.

 

Obviamente, é um tombo no abismo. Um crime com que uma Europa desleixada convive sem vislumbre de preocupação. Um crime em que só se reparará quando for tarde demais.

 


29
Jun 12
publicado por Tempos Modernos, às 11:54link do post | comentar | ver comentários (1)

 

Uma das coisas que o fim do Antigo Regime trouxe foi a igualdade perante a lei.

 

Em teoria, desapareceram privilégios de classe, de casta. Os poderosos, os mais ricos, nobreza e clero, passaram a ser julgados pelos mesmos tribunais, pelas mesmas leis, a sofrer as mesmas penas.

 

De ontem para hoje, Espanha e Itália, grandes países em dificuldade, já conseguiram o desbloqueio do pacto de crescimento e um envolvimento maior das estruturas da união europeia no seu financiamento.

 

Ao contrário da Grécia, Irlanda e Portugal têm uma capacidade para evitar a destruição económica e empobrecimento que os mais pequenos não têm tido. Embora estes se mantenham excessivamente altos, Mário Monti e Rajoy garantiram para os países que governam juros fora dos níveis de usura a que outros estão sujeitos.

 

Haver tratamento diferenciado dos vários países que integram a União Europeia em função da sua capacidade de forçar a barra, de subir a parada, é justificado por muitos com a real politik.

 

Estão errados. A questão é moral e de cidadania europeia. Ser forte com os fracos e débil com os fortes tem um nome: Cobardia. Trate-se de pessoas, trate-se de países.

 

E políticas que mantenham o status quo são cobardes, imorais e anti-democráticas. Quem defenda o contrário tem a cabeça formatada pelo longínquo século XVIII.


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