12
Mai 16
publicado por Tempos Modernos, às 15:00link do post | comentar

A confirmação deste postado, cinco meses depois.


publicado por Tempos Modernos, às 11:07link do post | comentar

A coisa […] decorre de forma ortodoxa – um [José Manuel Mestre]  pergunta, o outro [o primeiro-ministro] responde, como acontece nas entrevistas. O ambiente era de tal modo de conversa que António Costa até se permitiu dizer para o entrevistador, no início da entrevista: «Não quero estimular a concorrência entre si e o José Gomes Ferreira.»

O entrevistado lembrou, assim, outro insólito nesta variante inovadora da SIC: momentos antes, o tal Ferreira serviu para fazer a transição entre a chegada do entrevistado e a entrevista propriamente dita. Ambos sentados, Ferreira dizia coisas, sorria, com subentendidos que ele lá sabe, e, quando o Costa ia a responder, dizia que não havia tempo e punha nova pergunta.

Se a SIC tirar essa parte inicial, penosa e sentada, a nova fórmula de entrevistas de pé até pode ser interessante.”*

 

de Ferreira Fernandes

*A paragrafação foi editada


publicado por Tempos Modernos, às 11:05link do post | comentar

Não basta, mas os bons órgãos de comunicação social caracterizam-se pela expressão do contraditório e do pluralismo.


06
Jun 13
publicado por Tempos Modernos, às 21:37link do post | comentar

07
Abr 13
publicado por Tempos Modernos, às 20:50link do post | comentar

O momento é grave. A hora angustiante. O país não tem retorno, alternativa. A Pátria não tem solução. Pelo menos é isso que passa quando se ouve os comentadores e militantes do PSD na noite em que o Tribunal Constitucional voltou a explicar a Passos Coelho e Vítor Gaspar que não podem atropelar o amplamente defendido príncipio da igualdade ao elaborar orçamentos de Estado.

 

Nessa noite (fonte aqui), Na RTP Informação, o debate foi entre Bacelar Gouveia e Braga de Macedo, militantes do PSD, e Inês Serra Lopes, jornalista assumidamente de direita. Na SIC Notícias ouviu-se Paulo Rangel, eurodeputado laranja durante uma hora. No canal cabo da Cofina falou Ângelo Correia, histórico do PSD.


Já ontem, após o Conselho de Ministros Extraordinários, na SIC Notícia, o debate era entre quatro jornalistas. Pelo menos três, os homens, sopravam e espevitavam o drama desejado pelo primeiro-ministro ao anunciar o pedido de uma "audiência de urgência a um fim-de-semana com o Senhor Presidente da República". É o estado de excepção que serve o espectáculo televisivo, ajuda à propaganda governamental mas pouco contribui para a informação.


Será que Passos Coelho se vai demitir? questionaram durante mais de uma hora, em tom horrendo e grosso, José Gomes Ferreira, Martim Avilez Figueiredo, Paulo Baldaia. Da intervenção banal, alinhada e previsível, safou-se Paula Santos. Curiosamente, dos quatro, a menos visível mediaticamente.


Pelo caminho, em repetições, directos, destaques, ouvi ainda Joaquim Aguiar - que foi assessor de Ramalho Eanes e consultor de Mário Soares - recuperar a sua mantra de que se tem de mudar a Constituição por não se coadunar com a realidade. Raul Vaz, jornalista com direcções de jornais na folha corrida, ia pelo mesmo caminho no Hora de Fecho.


Por um lado, contrariava o constitucionalista Jorge Reis Novais, que bem lhe tentou explicar os pontos onde chumbou o Orçamento de Estado de 2013. Por outro, tentava convencer os ouvintes que constitui uma medida de reforma do Estado o Governo ficar mais uma vez com os subsídios de Natal e de férias dos funcionário públicos.


Não chega o entendimento aquelas valorosas cabecitas para perceberem que igualdade e proporcionalidade não são um exclusivo revolucionário da Lei Fundamental portuguesa


Entretanto, a procissão deu várias voltas ao adro. Passos Coelho não se demitiu. Esta tarde, anunciou que irá fazer o que anda há 22 meses a fazer. Contra a esmagadora, omnipresente e exclusora retórica propagandística dos comentadores e jornalistas próximos do Governo, atacou órgãos de soberania, mostrou que não sabe história e que não tem uma única solução para o país. Não admira que ele e os seus andem a toda a hora a martelar a necessidade de extirpar a Constituição dos princípios da Igualdade e da proporcionalidade. 



20
Jan 13
publicado por Tempos Modernos, às 13:55link do post | comentar

O Estado ou é social, ou será policial.

 

in Ciência Política e Outras Edificações Humanas


26
Nov 12
publicado por Tempos Modernos, às 19:11link do post | comentar | ver comentários (3)

Sou uma pessoa qualificada. O tipo que me ensinou a fritar peixe conquistou duas estrelas Michelin nos últimos anos.


17
Nov 12
publicado por Tempos Modernos, às 11:00link do post | comentar | ver comentários (3)

João Marcelino sabe reconhecer argumentos politicos quando os vê, mesmo que um dos órgãos de comunicação que dirigiu tivesse organizado um debate semanal entre Santana Lopes e Sócrates no alto de um hotel de Lisboa. Depois disso, passaram os dois pela chefia do Governo. Com o saudado resultado que se conhece.

 

Escrever que existe "um problema à esquerda" e que bloquistas e comunistas "nunca conseguir[a]m apresentar uma alternativa para o financiamento do País" é um ponto de vista. Só que não é verdade que os dois partidos não tenham apresentado alternativas. Que o director do Diário de Notícias não as aprecie, é outra questão. Mesmo que algumas delas intersectem os pontos de vista do Nobel Krugman, um liberal, ou  de João Ferreira do Amaral, antigo conselheiro económico dos europeístas Mário Soares e Jorge Sampaio, ou até, de certa maneira, de Manuel Maria Carrilho, e haja cada vez mais gente a defender a saída da moeda única.

 

O que João Marcelino escreve hoje não passa do lugar-comum em muitas chefias de jornal distraídas. Gente que antes de aqui termos chegado viu o futuro de Portugal em figuras como Santana Lopes e José Sócrates.


publicado por Tempos Modernos, às 10:53link do post | comentar | ver comentários (1)

"Justapor alguns factos não chega para construir um argumento sério".


16
Nov 12
publicado por Tempos Modernos, às 12:49link do post | comentar | ver comentários (1)

"Quando no sítio onde és funcionário, te dão instruções para não entregar trabalhos externos ao companheiro que contigo trabalhou, nesse mesmo sítio, lado a lado, durante anos, e tu nada lhe dizes, nem nunca mais o contactas, e ele vem a descobrir, passados meses, e por interposta pessoa, que o tentam condenar à fome e ao desemprego, mandam as regras das boas-maneiras que não lhe envies pedidos de amizade de redes sociais."

 

in Guia Elementar de Etiqueta e Protocolo


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