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Jan 17
publicado por Tempos Modernos, às 10:32link do post | comentar

Diogo Queiroz de Andrade, membro da direcção do Público, num texto acerca de eventos e workshops internacionais de comunicação social, começa por falar do IV Congresso dos Jornalistas e de uma "profissão que discute sem saber se está virada para o passado ou para o futuro, assumindo apenas a crise que vive no presente".

 

Se se falasse do futuro que tem de ser o do jornalismo, a direcção a que Diogo Queiroz de Andrade pertence não existiria.  Um jornal não pode ser dirigido por alguém que foi assessor de imprensa de um primeiro-ministro e que sem qualquer período de nojo regressou ao jornalismo e ao jornalismo político. E isso aconteceu com David Dinis - hoje director do Público - que foi assessor de Durão Barroso e fez a comunicação desse Governo apenas por a oportunidade ter surgido e não por necessidade económica.

 

É o presente de direcções editoriais como a daquela a que Queiroz de Andrade pertence que se faz o presente do jornalismo. E que num futuro onde exista jornalismo não poderão existir. Será mesmo isso que Queiroz de andrade quer ver discutido?

 

Nota: Não se veja neste texto uma defesa do IV Congresso. Se tiver paciência, volto a texto que já apaguei várias vezes.


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