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Em Buenos Aires, Cristina Kirchner nacionalizou há dias uma petrolífera. Na Comissão Europeia, na suicidária Europa, soaram os badalos. A não ser que seja para salvar bancos - ainda por cima corruptos - as nacionalizações não se justificam, embora se saiba quem paga a conta.
Na televisão, Paulo Rangel, eurodeputado pelo PSD, atacou a presidente sul-americana, lembrando que a Argentina anda afastada dos mercados há dez anos. No fundo, acrescente-se, desde que rompeu com acordos que a obrigavam a seguir a actual receita europeia.
Rangel e os críticos nada disseram sobre as acusações de boicote feitas por Cristina Kirchner, que contribuem activamente para adiar o regresso aos tão virtuosos leilões de dívida.
Segundo a chefe de Estado argentina, a petrolífera não terá investido suficientemente no país o que, só em 2010, levou a importações de quase dez mil milhões de dólares em combustível.
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