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Set 11
publicado por Tempos Modernos, às 22:02link do post | comentar

O tom das críticas e a recusa de Passos Coelho em envolver-se na campanha eleitoral da Madeira fazem mais pelo regular funcionamento das instituições que as tímidas declarações de Cavaco.

 

Distanciar-se do comportamento de Jardim e das escolhas do partido na região só podem trazer vantagens para a democracia.

 

Luís Montenegro, presidente do Grupo Parlamentar do PSD, devia aprender com o chefe. No frente-a-frente da SIC-Notícias criticou as contas mas aprovou a obra de Alberto João. Esquece o pormenor (pequeno) de que a obra não teria sido feita se as contas não tivessem sido escondidas.


publicado por Tempos Modernos, às 21:19link do post | comentar

...e, no entanto, as soluções que apresenta soam demasiado "a casa roubada..."

 

Ainda por cima, numa altura destas, vir fazer o elogio dos açorianos soa a achincalhamento dos madeirenses. Não é que  não sejam crescidinhos para assumir responsabilidades e escolhas eleitorais, mas já o eram no passado quando Cavaco se calou.


publicado por Tempos Modernos, às 20:32link do post | comentar

A julgar pela fotografia escolhida para ilustrar esta notícia foram os dois meses de Gaspar como ministro das Finanças (Passos Coelho tomou posse a 21 de Junho) que conduziram à quebra de 22 por cento no défice de Estado.

 

Há opções editoriais que até parecem propaganda.


publicado por Tempos Modernos, às 10:01link do post | comentar

 

O Senhor Presidente da República que sabia desde Julho - quando marcou as eleições regionais -  dos malabarismos feitos por Alberto  João Jardim com a dívida madeirense continua sem dizer nada sobre a situação no arquipélago.

 

A ver o que diz nos Açores, região que o costuma preocupar muito mais.


publicado por Tempos Modernos, às 09:51link do post | comentar

Publicada a meio da tarde, a notícia sobre a dívida dos PALOP a Portugal não voltou a sair dos destaques do Público online durante o resto do dia. Nem mesmo quando Cavaco e Passos Coelho terminaram a reunião para discutir a situação da dívida clandestina da Madeira.

 

Finalmente, já à noite, Alberto João Jardim misturou alhos com bugalhos e exigiu saber quanto dinheito perdoou Portugal às antigas colónias africanas.

 

Há coincidências tramadas. O Banco de Portugal divulga o valor da dívida numa altura em que tanto jeito dá a Jardim voltar a usar o velho número das colónias e da ocupação.


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