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Dez 11
publicado por Tempos Modernos, às 22:04link do post | comentar | ver comentários (1)

 

O bando franco-alemão decidiu agora que a Europa deve ter uma nova constituição refundadora que estabeleça um governo económico comum. Assim uma coisa em forma de imposição, que os habituais publicistas de serviço vão mais uma vez defendendo como inevitável.

 

O eixo Sarkozy-Angela Merkl considera-se detentor de uma autoridade imperialista sobre os destinos europeus. Pouco importa que nem sequer encontre legitimidade no campo dos resultados.

 

Nada disso impede o pequeno Nicolau de insistir na bizarria de um banco central independente do poder político, leia-se dependente dos poderes financeiros. Parece que na segunda-feira já haverá novidades cá para os cafres.

 

Infelizmente, com a actual composição da esmagadora maioria dos executivos europeus não parece que venham a ser os governantes a tirar o tapete à auto-nomeada dupla de regentes.


publicado por Tempos Modernos, às 19:43link do post | comentar | ver comentários (1)

 

A dívida italiana a dez anos foi leiloada acima dos 7%, valor sagrado depois do qual Teixeira dos Santos admitiu que Portugal teria  de recorrer ao FMI.

 

Nem o primeiro-ministro Monti, imposto pelos mercado, lhes vale embora todos saibamos como a economia da Itália é uma coisa sem robustez. E nem uma ideia diferente tine na cabecinha dos governantes europeus.


publicado por Tempos Modernos, às 19:33link do post | comentar | ver comentários (1)

 

O agora discretíssimo Paulo Portas achou por bem vir a terreiro informar que chamara o embaixador iraniano às necessidades, na sequência da invasão da embaixada britânica em Teerão. Fez bem. O ministro mostra a força e a importância da diplomacia portuguesa no concerto das nações.

 

Em questões domésticas, daquelas que contribuem para o défice, é que parece menos dado aos esclarecimentos. Isso remete para assuntos mais comezinhos sobre a importância da economia portuguesa no concerto das nações.

 

 


publicado por Tempos Modernos, às 15:41link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

No Jugular, Fátima Rolo Duarte recupera 18 frases de Carvalho da Silva em entrevista à Única, no último sábado.

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N'O Tempo das Cerejas, Victor Dias matiza os elogios que Francisco Assis fez ao secretário-Geral da CGTP, em artigo de opinião publicado no Público.

 

Parece pois estar em andamento o processo que provavelmente levará Carvalho da Silva à Presidência da República, afastando durante dez anos candidatos como Rebelo de Sousa, Durão Barroso, Santana Lopes, Guterres ou Sócrates.

 

No seu discurso, Carvalho da Silva atira à organização do trabalho na comunicação social:

 

“Diz-se que desapareceu o taylorismo, qual quê! As redacções dos jornais e televisões são cadeias de concepção taylorista e fordista à exaustão.”

 

A afirmação é fácil de de subscrever. No entanto, a experiência diz-me que nas redacções nem sempre se sabe muito bem o que fazer com a inteligência e muito menos com a expressão da revolta. A solidariedade é palavra vã e o egoísmo servido em roda livre.


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