17
Fev 12
publicado por Tempos Modernos, às 10:27link do post | comentar | ver comentários (1)

 

No debate quinzenal, Seguro diz a Passos Coelho que este deveria ter trazido os dados do desemprego como tema a discutir.

 

O primeiro-ministro replica ser tentador "seguir a agenda mediática".

 

Por acaso, os dados ontem revelados pela comunicação social revelam cerca de 800 mil portugueses desempregados.


16
Fev 12
publicado por Tempos Modernos, às 22:17link do post | comentar | ver comentários (1)

 

À beira de cumprir o primeiro aniversário desta segunda série do Tempos Modernos, tenho na maior parte dos dias escassa vontade de postar.

 

Nada de novo parece existir, nada que não tenha já sido dito. O Governo todos os dias mostra o que valem as suas políticas, a maioria que o suporta nem tenta mostrar um bocado de respeito pelas condições de vida das pessoas. As alternativas não conseguem mostrar-se como tal e quem as defende nem sequer parece fazer grande esforço. Cavaco, como já se sabia, foi impedido por um grupo de estudantes adolescentes de visitar a António Arroio.

 

Na comunicação social, ouve-se camaradas meus, jornalistas e chefias, defenderem a censura na Antena 1. Por outro lado, é preciso recorrer aos brasileiros para arranjar uma ligação expedita para a notícia de que o presidente grego - um velho resistente da Segunda Guerra Mundial - faz o que um presidente a sério tem de fazer:

 

«Atenas, 15 fev (EFE).- O presidente grego, Karolos Papoulias, advertiu nesta quarta-feira que não aceitará "insultos" da Alemanha, em referência às dúvidas expressadas pelo ministro de Finanças alemão, Wolfgang Schäuble.

Papoulias se referiu às questões levantadas por Schäuble sobre o cumprimento por parte da Grécia, com o consenso dos partidos gregos, de seus compromissos com a "troika", formada pelo Banco Central Europeu (BCE), a Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

"Não posso aceitar que o senhor Schäuble insulte meu país. Quem o senhor Schäuble pensa que é para ridicularizar a Grécia?", reclamou o chefe de Estado grego durante uma visita ao Ministério da Defesa.

O ministro alemão ressaltou em declarações à emissora alemã "SWR" que o principal problema agora são as dúvidas sobre se o Governo que vencer as eleições na Grécia em abril cumprirá os compromissos assumidos pelo Executivo atual para receber mais ajuda financeira internacional para evitar a quebra do país.

"Sempre estivemos orgulhosos de defender, não só nossa liberdade, não só a liberdade de nosso país, mas também a liberdade da Europa", ressaltou Papoulias, em referência à resistência helena contra as potências do eixo.

As declarações de hoje de Schäuble, que criticou especialmente a Nova Democracia, partido que aparece como favorito nas pesquisas para ganhar o pleito de abril, foram qualificadas pela imprensa grega de ingerência na soberania do país.

O presidente Papoulias decidiu hoje renunciar a seu salário, de 300 mil euro anuais, algo que o Governo aplaudiu como um gesto simbólico no contexto dos esforços que estão sendo exigidos ao povo grego, informou o jornal "Kathimerini".»


13
Fev 12
publicado por Tempos Modernos, às 23:16link do post | comentar | ver comentários (1)

 

Mas já não consideram repugnante explorar a morte de um ser humano.


12
Fev 12
publicado por Tempos Modernos, às 12:44link do post | comentar | ver comentários (2)

 

Há dias, alguém (um jornalista) comentava, em tom elogioso, a aliança entre Margaret Tatcher e Rupert Murdoch para pôr fim ao "domínio" da organização e produção dos jornais pelos sindicatos do sector.

 

Foi o mesmo Murdoch que se viu recentemente forçado a fechar o centenário News of the World, devido a um escândalo com escutas.

 

Ontem, o magnata australiano voltou a ter a polícia à porta. Deteve cinco jornalistas do The Sun por subornar agentes das forças de segurança. O tablóide assegurará a representação legal dos seus funcionários.

 

Em Portugal, os jornalistas não ganham o suficiente para ter dinheiro para subornar fontes e ainda pagar as contas. Pelos vistos, em Inglaterra, ganham. Pelo menos no grupo de Murdoch.

 

E ainda há ingratos que não reconhecem o papel da Dama de Ferro nos actuais nível e qualidade de vida dos trabalhadores.

 

 


11
Fev 12
publicado por Tempos Modernos, às 00:32link do post | comentar | ver comentários (1)

publicado por Tempos Modernos, às 00:31link do post | comentar | ver comentários (1)

publicado por Tempos Modernos, às 00:26link do post | comentar | ver comentários (1)

09
Fev 12
publicado por Tempos Modernos, às 16:42link do post | comentar | ver comentários (1)

04
Fev 12
publicado por Tempos Modernos, às 11:46link do post | comentar | ver comentários (5)

 

Caso nunca se tenha reparado, por estas bandas não se segue o novo acordo ortográfico.

 

Não é por isso que se percebe a atitude de Vasco Graça Moura. Alto quadro de nomeação política, o escritor consegue escapar às orientações da tutela.

 

É a velha história de uns porcos serem mais iguais que outros.


publicado por Tempos Modernos, às 09:04link do post | comentar | ver comentários (1)

Depois da entrada em processo de desobediência civil quanto ao uso do acordo ortográfico no CCB, Vasco Graça Moura anuncia um conselho directivo a que pertencem Luís Campos e Cunha e Estela Barbot.

 

São mais conhecidos pelos seus pontos de vista sobre Economia e pró-FMI, mas os méritos dos escolhidos serão amplos.

 

Assim de repente, Campos e Cunha foi há dias convidado a escolher um filme para ver e apresentar num ciclo da Cinemateca dedicado à Economia (já agora, optou por O Mundo a Seus Pés). Pelo apelido, Estela Barbot será prima do escritor Mário Cláudio.

 

Mas se se lhes espiolhar as folhas corridas, haverá, de certeza, outras cenas a justificar as escolhas.

 

 


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