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Abr 12
publicado por Tempos Modernos, às 22:37link do post | comentar | ver comentários (1)

 

Que António Costa se colocou em campo na corrida para secretário-geral do PS é mais que evidente desde o caso da mudança dos estatutos no PS.

 

Na ocasião, o presidente da câmara lisboeta aproveitou a tribuna da Quadratura do Círculo para lançar duras críticas a Séguro. A corrida a Belém parece para já estar posta de parte.

 

Hoje, foi o centro das atenções por causa da mal-contada história da sua visita à Maternidade Alfredo da Costa (MAC), na altura em que endurece o mobvimento contra o fecho desta unidade hospitalar.

 

A detalhada notícia, depois desmentida, da RTP dando conta do cancelamento de uma visita de Costa à MAC está muito mal contada. Só depois de confirmar muito bem as fontes se vai para o ar com a informação de que de que uma Administração Regional de Saúde proibiu uma visita do género desta.

 

Costa sai bem da fotografia. Paulo Macedo também. Resta saber que sorte terá a Maternidade.


publicado por Tempos Modernos, às 11:22link do post | comentar | ver comentários (1)

A fonte única é governamental* e o título parece ter sido escrito pelo dr. Paulo Portas ou pelo dr. Nuno Magalhães.

 

 

*E nem sempre as fontes governamentais e os serviços concordam nos números.


publicado por Tempos Modernos, às 11:01link do post | comentar | ver comentários (1)

Entre hoje e amanhã, a Assembleia da República deverá discutir e aprovar um golpe de Estado constitucional. Se à Esquerda é esse o sentimento, na área do PS a coisa também está longe de ser pacífica. E a Direita aproveita para aprovar, com o pretexto da imposição externa, as mudanças constitucionais por que sempre suspirou.

 

A esta hora, ao fim da manhã, na página de rosto do Público online há vaga referência a comentadores que falam sobre o assunto, disponíveis apenas para assinantes.

 

No JN, há uma nota no também pago e-paper. No DN, nem isso.


publicado por Tempos Modernos, às 10:46link do post | comentar | ver comentários (1)

A própria difusão pública dos três casos de jornalistas agredidos nas greves de 24 de Novembro e de 22 de Março mostrou a diferença entre trabalhar sob alçada de um jornal ou ser precário.

 

Agora "O inquérito da Inspecção Geral da PSP conclui ainda que «ficou evidente a necessidade de melhor sinalizar» os jornalistas que reportavam a manifestação e defende a «realização de reuniões prévias de forma a coordenar os diversos aspectos desta actividade [jornalística]»".

 

É um assunto que  não pode ficar apenas nas mãos dos órgãos de comunicação social. Ou por ser freelancer acabarei por ver ainda mais amputada a minha condição de jornalista?


publicado por Tempos Modernos, às 10:41link do post | comentar | ver comentários (1)

aos humoristas de traço mais grosso.


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