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Abr 12
publicado por Tempos Modernos, às 23:11link do post | comentar | ver comentários (2)

Em África, a vaidade de Spínola, servida pela propaganda, não teve o condão de dominar o cenário de guerra que estava entregue ao general. Quando ocorreu o 25 de Abril, boa parte do território estava nas mãso do PAIGC e as Nações Unidas já tinham tratado do reconhecimento da independência daquela colónia portuguesa.

 

Mais discreto, e sem fama de cabo de guerra, Costa Gomes, com métodos duvidoso, também, reduzira consideravelmente a intensidade do conflito angolano.

 

No actual Governo português, as pastas dos Negócios Estrangeiros e da Defesa estão na mão de dois políticos que cultivam a vaidade. E esta, em assuntos militares, nunca foi necessariamente boa conselheira. Se Portugal tem necessidade de intervir na Guiné Bissau para evacuar cidadãos nacionais deve fazê-lo. De modo discreto. Iam e calavam-se.

 

Anunciar que se vão deslocar forças militares para as imediações cria anti-corpos. A situação é delicada e tem potencial explosivo, refrorçado pela desconfiança com que alguns sectores vêem a presença militar estrangeira em Bissau.


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