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Nov 12
publicado por Tempos Modernos, às 15:01link do post | comentar | ver comentários (1)

Há instituições que dão com uma das mãos sem que a outra veja (aqui e aqui) e sem ofender e humilhar os que ajudam.


publicado por Tempos Modernos, às 14:12link do post | comentar | ver comentários (1)

 

A praia sob a calçada.


publicado por Tempos Modernos, às 13:45link do post | comentar | ver comentários (1)

publicado por Tempos Modernos, às 12:49link do post | comentar | ver comentários (1)

"Quando no sítio onde és funcionário, te dão instruções para não entregar trabalhos externos ao companheiro que contigo trabalhou, nesse mesmo sítio, lado a lado, durante anos, e tu nada lhe dizes, nem nunca mais o contactas, e ele vem a descobrir, passados meses, e por interposta pessoa, que o tentam condenar à fome e ao desemprego, mandam as regras das boas-maneiras que não lhe envies pedidos de amizade de redes sociais."

 

in Guia Elementar de Etiqueta e Protocolo


publicado por Tempos Modernos, às 12:28link do post | comentar | ver comentários (1)

"Cobardia e calculismo são fracos materiais de construção."

 

in Manual Básico de Urbanidade

 


publicado por Tempos Modernos, às 10:04link do post | comentar | ver comentários (1)

 

(Foto: fotos.sapo.pt)

 

“Para a forca hia um homem: e outro que o encontrou lhe dice: Que he isto senhor fulano, assim vay v. m.? E o enforcado respondeo: Yo no voy, estes me lleban.”

Pe Manuel Velho, in Memorial do Convento, 1982

 


publicado por Tempos Modernos, às 07:50link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

(Foto: sicnoticias.sapo.pt)

 

A António Vitorino saiu-lhe a sorte grande no dia em que a comunicação social publicou que tinha comprado um monte no Alentejo e fugido ao pagamento da sisa.

 

O então ministro da Defesa de Guterres demitiu-se, foi ilibado das acusações pela Direcção Geral das Contribuições e Impostos, e não mais voltou a servir a cidade dentro de portas. Precocemente senatorizado, descartou, rezam as crónicas, todas as solicitações para assumir funções e cargos públicos em Portugal.

 

A passagem pelo cargo de comissário europeu não conta. É um exílio dourado, uma vitrina de vaidades, e, apesar das juras, estão por provar os benefícios para Portugal da sua passagem por Bruxelas: o país não chegou de um dia para o outro ao ponto a que chegou. Parece que ainda há-de contar a história da vez em que Durão Barroso lhe passou a perna e lhe ficou com o desejado lugar de presidente da Comissão Europeia.

 

Na segunda-feira, dia 12, data em que Angela Merkel visitou o eremitério de Belém e o forte de São Julião da Barra, Vitorino vestiu mais uma vez o equipamento de comentador. Na RTP participou numa edição especial de debate, conduzida por Nuno Santo e intitulada O Morto da Europa. Não me recordo do texto exacto, e a coisa não está disponível online, mas em rodapé passou a ideia que Vitorino recusava uma aliança dos países do sul da União Europeia para fazer frente à austeridade.

 

Daquela cabeça, Vitorino é outro cuja genialidade ninguém contesta, continua a nada sair de jeito para a cidade. Vitorino é um dos rostos da estupidez europeia. Da estupidez que não percebe que só uma aliança forte contra o caminho suicidário pode impedir o afundamento do continente

 

Nada do que Vitorino diz se aproveita. Mas continuam a ouvi-lo como se disesse coisas inteligentes. Ele que é incapaz de pensar fora das baias do pensamento único que destruiu o país e o continente. Fala-se dele a simpatizantes do PS, o maior partido da oposição, e muitos são os que o vêem envolto em brumas, um adiado D. Sebastião. Inevitavelmente será um nome equacionado para o bendito Governo tecnocrático. O chato disto, do campeonato dos desejados, é que da última vez que participámos fomos perder a Alcácer Quibir.


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