18
Nov 12
publicado por Tempos Modernos, às 19:07link do post | comentar | ver comentários (1)

 

(Foto: dn.pt)

 

Ao menos por lá, mesmo que isso arrelie os durões barrosos de serviço, há resultados e indicadores económicos que se podem mostrar sem vergonha.

 

.


publicado por Tempos Modernos, às 18:47link do post | comentar | ver comentários (1)

Neste blogue não se  faz jogo clubístico-político, nem se entra em intrigas jornalístico-partidárias.

 

Não se cultivam os lugares comuns da opinião publicada, nem se valorizam opiniões só por virem dos bonzos do regime.

 

Também não se poupam órgãos de comunicação social por serem potenciais empregadores.

 

Pode não se ter sempre razão, mas só se escreve quando se está absolutamente convicto de que se tem.

 

A objectividade é impossível, a honestidade não.


publicado por Tempos Modernos, às 18:10link do post | comentar | ver comentários (1)

Uma publicação que está agora nas bancas  fez tema de capa com aquilo que diz que é necessário fazer para se ser contratado por umas dezenas de empresas.

 

Acrescento ideias para se ser contratado por mais uma: Achar brilhantes todas as ideias dos directores e não responder aos ataques, prepotências, má-criações e deficiências de carácter de chefias.


publicado por Tempos Modernos, às 17:16link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

(Foto:ionline.pt)

 

Anda para aí uma histeria confundida a propósito dos manifestantes que acabaram por ficar para as bastonadas do dia da greve geral em frente à Assembleia da República.

 

A coisa segue bem kitada pelos promotores da situação que aqui nos trouxe, mas também por uns quantos bem-intencionado de raciocínio ralo. Acusam de cumplicidade com a violência os que permaneceram em frente ao Parlamento enquanto um grupo ruidoso ia apedrejando a PSP.

 

Defendem que, uma vez que os manifestantes pacíficos não tinham meios para impedir os violentos de continuar a sua acção, deveriam ter abandonado o largo de São Bento. E aqui começa a trafulhice intelectual ou a pataratice: acusam os que tiveram de manifestar-se lado-a-lado com os apedrejadores de terem participado num espectáculo a que se deveriam ter furtado. Só que este raciocínio enferma de um vício substancial.

 

Todos têm o direito a manifestar-se. E a fazê-lo em segurança. Se acham que a manifestação ganha impacto aumentando a sua duração estão no direito de a fazer durar o máximo de tempo possível. A PSP tinha, pois, a obrigação de pôr fim aos incidentes mal estes começaram.

 

Não é aos outros manifestantes que cabe pôr fim às agressões. Não são eles que têm de se substituir às autoridades e assegurar a segurança e as condições para se poderem manifestar. Não são eles que têm de desistir de participar por que um grupo de arruaceiros decide boicotar o protesto e apagar os efeitos que no seu legítimo direito pretendiam alcançar com a greve, com a manifestação.

 

Ao Ministério da Administração interessava obviamente abafar o protesto. Greves e manifestações não servem o Governo Ao deixar a arruaça esticar-se durante hora e meia, foram as autoridades que se tornaram aliadas dos transgressores. Depois da greve, alguém voltou a ouvir falar da greve?


mais sobre mim
Novembro 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

12
14


29


pesquisar neste blog
 
subscrever feeds
blogs SAPO