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Nov 12
publicado por Tempos Modernos, às 11:34link do post | comentar | ver comentários (1)

A migração do Público para o novo sistema online, tramou um pouco por todo o mundo todas as páginas de blogue que remetiam para notícias do jornal.

 

Espera-se que corrijam. O potencial de replicação das leituras de jornais assenta muito nesse mecanismo. Sabotar o trabalho, nalguns casos de muitos anos, dos bloggers é uma muito má opção. 

 

A falta de experiência e memória pagam-se caras. E ninguém terá pensado em certos pormenores das migrações.

 

O apagão recente dos históricos governamentais na página do Governo (link do Público não disponível) deveria ter feito reflectir gente que lida com informação.


publicado por Tempos Modernos, às 10:55link do post | comentar | ver comentários (1)

O Público chegou hoje às bancas vestido com uma falsa 1ª página (e segunda e penúltima e última páginas) de promoção da sua versão online

 

E deseja-se, sinceramente, que o projecto vingue, mesmo se construído sobre o cadáver de jornalistas e outros trabalhadores desempregados. 

 

São já mais que demais os jornalistas que existem para os jornais que há em Portugal. E, no entanto, são mais que de menos para aquilo de que o jornalismo português precisava. Fazer melhor informação com menos gente é impossível. Acreditar na salvação pelo online é colocar-se na mão de geeks, nerds e outros freaks dos gadgets.

 

Infelizmente, o Público vai mudando com velhos vícios de raciocínio. Só de terça até hoje, o jornal impresso trouxe todos os dias notícias que se podiam ler na véspera na edição electrónica. Esperam os gestores do jornalismo que haja muitos leitores dispostos a dar continuamente 1 euro por uma coisa com artigos que já leram no dia anterior?

 

Outra pecha antiga do jornal é a revisão. Em tempos, acharam que não necessitavam de revisores, que os jornalistas tratariam de escrever correctamente. Resultado: o Público sempe se ressentiu da ortografia. O que é má política. Classicamente, devia haver mais leitores a manifestar mais rapidamente a sua raiva contra as gralhas do que contra a intromissão da opinião no noticiário ou contra as opções editoriais. 

 

Não há quem nunca tenha falhado a colocação de uma vírgula, atropelado uma grafia, embirrado com uma expressão. Mas fazê-lo logo na primeiro caderno promocional com que se lança um projecto novo é muito mau cartão de visitas. No espaço dedicado a explicar o novo modelo dos comentários, dos leitores, escolheram um texto que começa por um redundante " dias atrás". Naquela onde elencam os colunistas, por baixo da foto de Pedro Lomba, lê-se que "o recentimento (sic) não é só económico.

 

 

 


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