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Jan 13
publicado por Tempos Modernos, às 13:05link do post | comentar

Taxas moderadoras a 40 euros nas urgências são uma condenação à morte.

 


publicado por Tempos Modernos, às 11:41link do post | comentar

Pedro Nuno Santos, antigo vice-presidente da bancada do PS, diz muitas vezes coisas de esquerda. E até esteve no Congresso das Alternativas.

 

O deputado não confia no CDS-PP. Mas quererá o PS contar com o partido de Paulo Portas quando suceder ao PSD na liderança do Governo? Ou uma eventual coligação será antes feita com o PSD que sobrar?


publicado por Tempos Modernos, às 11:23link do post | comentar

 

 

(Foto:m.publico.pt)

 

A sugestão do PS para que Passos Coelho se submeta a eleições por causa das medidas propostas no relatório do FMI tem algo de estranho.

 

Sendo pujante, atropela em simultâneo o dever de esclarecimento dos eleitores.

 

Ninguém na direcção do PS percebeu que o objectivo do relatório do FMI é esmagar os portugueses com a necessidade e inevitabilidade de uma agenda neo-liberal? 

 

Ou esperam que esse estado de espírito lhes dê jeito?

 

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publicado por Tempos Modernos, às 10:30link do post | comentar

No Público, um dos directores lá consegue descobrir "méritos" na coisa do FMI, relatório em vários casos assente em dados falsos ou inconciliáveis. Manuel Carvalho não é caso único, bastava ler ontem a imprensa.

 

Nas épicas biografias que o jornal preparou para os seus quadros depois de despedir vários jornalistas, verifica-se que está na direcção da publicação desde 2000

 

Valeria a pena disponibilizar também os textos que publicou entre esse ano e o da abertura declarada da crise. Talvez desse conta de quanto o Público contribuiu para o esclarecimento da população em relação aos caminhos que se percorriam.

 

Deve ser precipitação minha, mas quase que aposto que Manuel Carvalho produziu textos muito semelhantes a esse de ontem. Textos só aparentemente responsáveis, contidos, equidistantes. Só aparentemente inócuos, neutros. A ruína do jornalismo assenta nisto. A do país também. Os jornais criam e mantêm estados de espírito. 

 

Manuel Carvalho é tão qualificado para falar do FMI como uma grande parte dos seus leitores e dos portugueses. Tem é um jornal à mão ou, como diria Pépa Xavier, uma das mais divertidas novas comediantes portuguesas, "tem uma voz e a sua voz é importante". 

 

 

 


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