10
Ago 13
publicado por Tempos Modernos, às 18:18link do post | comentar

Já deixei de ler jornais por terem corrido de lá com gente cujo trabalho acompanhava, mas que directores e gestores consideravam preguiçosos.

 

Não regressei a essas publicações, agora cheias de gente que trabalha muito.


05
Ago 13
publicado por Tempos Modernos, às 23:39link do post | comentar

03
Ago 13
publicado por Tempos Modernos, às 18:44link do post | comentar

 

(Foto: rr.sapo.pt)

 

Durante demasiados anos, o Comité Olímpico Português teve Vicente Moura como dirigente máximo - um trabalho temperado com rasgos de autoritarismo, gaffes e falta de respeito por atletas.

 

Os resultados nunca saíram da banalidade e as episódicas medalhas deveram-se bem mais a rasgos individuais do que a um trabalho de continuidade.

 

Substituído o comandante, já se confirmou que voltamos a andar mal servidos de dirigente.

 

José Manuel Constantino anunciou há dias que Miguel Relvas será Alto Comissário da Casa Olímpica Portuguesa no Brasil.

 

Ou o presidente do Comité Olímpico Português chegou ontem de Marte ou tem uma exigência muito baixa em relação ao perfil ético e de cidadania dos que escolhe para consigo colaborar.

 

Só uma das duas justifica que ache que o ex-ministro, tendo passado pelo Governo como passou, tenha condições para assumir seja qual for o cargo público ou de representação nacional.


publicado por Tempos Modernos, às 17:37link do post | comentar

 

(Foto: dn.pt)

 

Oscar Mascarenhas é o grande responsável de eu ter chegado ao jornalismo. Temos ambos publicado, escrito a quatro mãos, um livro sobre o processo Casa Pia.

 

A subscrever de uma ponta à outra conteúdo e forma da sua dura coluna de provedor dos leitores no Diário de Notícias de hoje.


02
Ago 13
publicado por Tempos Modernos, às 22:42link do post | comentar

Eu sou aquilo que se chama uma pessoa bem intencionada.

 

Ora, do meu ponto de vista, Maria Luís Albuquerque tem sucessivamente alterado aquilo que diz a propósito do seu conhecimento das SWAPS. À medida que Teixeira dos Santos, Costa Pina e até o seu ex-chefe Vítor Gaspar dizem coisas, a já não tão recente nova ministra das Finanças matiza o que diz.

 

Até Marcelo Rebelo de Sousa, sempre pronto a defender os pontos de vista clubístico-partidários do PSD de ambos, confirmou que Maria Luís Albuquerque mentiu.

 

E, se mentiu, não tem, concluo eu, condições ou idoneidade para se manter no cargo. Deveria demitir-se ou ser demitida.

 

Pouco interessam as garantias que Passos Coelho deu a Cavaco Silva sobre Maria Luís Albuquerque.

 

A caução dada pelo primeiro-ministro em nada atenua outra informação que Cavaco tem sobre a ministra - Exactamente a mesma que o comum dos mortais tem sobre ela: a sucessora de Gaspar mentiu.

 

Anteontem, na sequência de novos dados sobre os conhecimentos da ministra a propósito da existência de SWAPS, e de nova matização de afirmações anteriores, Cavaco voltou a abonar a manutenção da governante.

 

De acordo com um aforismo muito querido ao inquilino de Belém duas pessoas bem intencionadas com a mesma informação chegam necessariamente à mesma solução. 

 

Sendo eu bem intencionado, vide supra, e advogando a demissão de uma governante pouco séria com a verdade - até o seu correlogionário Marcelo diz ter mentido -, só se pode concluir, de acordo com o aforismo presidencial, que Cavaco não é uma pessoa bem intencionada.


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