23
Jun 16
publicado por Tempos Modernos, às 18:20link do post | comentar
Em vez de acusarem Cristiano Ronaldo de crime de liberdade de informação e de dano, os reguladores da classe jornalística faziam bem em tomar posição sobre a ida de ex-assessor de Durão Barroso, David Dinis, para director do Público, jornal dito de referência.

 

Isso é que era defesa da liberdade de imprensa.

22
Jun 16
publicado por Tempos Modernos, às 16:28link do post | comentar

As eleições espanholas e a capacidade de gerar soluções governativas à esquerda terão fortes consequências em Portugal e no futuro do Governo de António Costa apoiado pela esquerda parlamentar.

 

Uma solução social para as economias portuguesa e europeia passa para já pela união das periferias.

 

Se tiverem juízo, PS, BE e CDU deverão estar já há algum tempo a trabalhar com os seus congéneros espanhóis. No aspecto negocial, os responsáveis do PSOE e do Podemos (agora com a IU) têm alguma coisa a aprender com as contrapartes portuguesas.

 

 


publicado por Tempos Modernos, às 16:18link do post | comentar

Há dias uma colega pediu-me que respondesse a um inquérito para fazer um artigo lá da revista.

 

Expliquei-lhe que para ali, de graça, nem bom dia. Já basta o que bastou.

 

Um tipo não tem de lhes fazer boa cara - ainda se por algum motivo a merecessem.

 


21
Jun 16
publicado por Tempos Modernos, às 17:09link do post | comentar

Nas reuniões do Partido Socialista Europeu alguém dirá ao seu correligionário (e ministro das Finanças) holandês aquilo que ele é?


15
Jun 16
publicado por Tempos Modernos, às 09:43link do post | comentar

Já com um morto confirmado, corre o sequestro em França e apenas a CM TV interrompe a emissão para dele dar notícia.

 

A SIC Notícias prossegue com o debate futebolístico entre Gomes da Silva, Rogério Alves e Guilherme Aguiar.

 

Na TVI 24, Sporting, Benfica e Porto, presidentes, vendas, enganos, continuam a ser o tema da gritaria de Pedro Guerra, Jose Pina e Manuel Serrão.

 

Na RTP 3, o ex-futebolista Costinha, o treinador Marco Silva e o jornalista Carlos Daniel  comentam o Euro.

 

As três estações mais antigas demoram a dar a notícia. Nem se percebe exactamente se terão tido logo conhecimento do sequestro, tal é a demora a dele dar conta. A TVI 24 ainda avançou com a informação em rodapé de ùltima Hora. As outras nem isso. E tardaram-na no alinhamento do noticiário.

 

Que fazer quando só o canal tablóide fez o que tinha a fazer?

 

 


12
Jun 16
publicado por Tempos Modernos, às 20:42link do post | comentar

Vem-me O Vampiro de Curitiba, de Dalton Trevisan desnecessariamente prefaciado por J. Rentes de Carvalho.

 

O escritor português confessa ter tentado propagar o talento do brasileiro, mas sem nunca o ter imaginado vencedor do Camões.

 

Até quando tem bom gosto o escritor português revela limitada capacidade para entender a totalidade do mundo que o cerca.


publicado por Tempos Modernos, às 19:33link do post | comentar

 

colegio.JPG

 

Além do cartaz com erro que se vê na imagem, manifestantes de colégios privados com contrato de associação têm usado pelo menos outro de sintaxe aberrante:

 

"Querem tirar-me a escola que gosto"

 

Ao menos da qualidade do ensino de português não se podem gabar muito.


publicado por Tempos Modernos, às 14:32link do post | comentar

OM.jpg

 


publicado por Tempos Modernos, às 14:26link do post | comentar

Dei agora conta da subida de José Gomes Ferreira à cadeira de director-adjunto da SIC Notícias. É uma tontaria jornalística inqualificável, mas explica uma certa tendência da informação do canal (e do país).

 

Feito, pois, alta chefia jornalística um tipo que confunde propaganda com jornalismo e não sabe o que querem dizer pluralismo e contraditório.

 


08
Jun 16
publicado por Tempos Modernos, às 17:40link do post | comentar

Já há uns anos deixei de fazer compras em várias editoras na Feira do Livro de Lisboa.

 

Desde que uma delas, salvo erro a Leya, se acantonou dentro de um perímetro fechado com portas de vigilância eletrónica. Entretanto, a Porto Editora também faz o menos.

 

Passo-lhes ao lado e só visito pavilhões fora do regime concentracionário. Os preços, a  falta de espaço em casa, o acordo ortográfico,  as aquisições de várias editoras independentes, o sistemático esgotar de obras decisivas tornaram-me a viagem penosa.

 

Depois, em cada porta electrónica especaram seguranças - um perfil laboral que faz tanta falta ao sector editorial como torresmos num banquete judeu.

 

Como isto anda tudo ligado, há uns anos, a revista lembrou-se de submeter um romance alegadamente inédito a várias editoras portuguesas. Era o Para Sempre ou Até ao Fim, de Vergílio Ferreira.

 

Uma das poucas editoras que confirmou a recepção do manuscrito declinou a publicação, mas agradeceu com um conselho: Demasiado densa para uma primeira obra.

 

Não só os editores não identificaram a obra, como a acharam demasiado exigente para os leitores.

 

Nesta espécie de prova cega, a resposta da editora à jornalista da revista não desvalorizou o romance apresentado. Apenas confirmava não estar disposta a apostar em primeiras obras difíceis. Optava, pois, por escolher - leia-se editar -, o joio em vez do trigo.

 


mais sobre mim
Junho 2016
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

13
14
16
17
18

19
20
25

29


pesquisar neste blog
 
subscrever feeds
blogs SAPO