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Ago 16
publicado por Tempos Modernos, às 14:23link do post | comentar

Um tópico muito recorrente no discurso do PSD é a catástrofe a que o país está sujeito sempre que há governações do PS. De como as acções governativas do PS afugentam todo e qualquer o investimento estrangeiro.

 

Gritam muito alto como para serem ouvidos lá fora. Como se por falarem, a coisa acontecesse. Como se quisessem reforçar a hipótese de ser ouvidos e assim minar a resposta económica obtida por outras governações que não a sua.

 

Agora é Passos Coelho a descobrir um país dominado pelos comunistas e pelos bloquistas. Do Minho ao Algarve, uma série de diabos vermelhos a evitar cuidadosamente por qualquer empresário digno desse nome. Felizmente, amigo, o PSD avisa. Como avisa sempre.

 

Por isso também me rio sempre, muito, quando ouço alguém daquela banda a falar de sentido de Estado.

 

 


publicado por Tempos Modernos, às 12:12link do post | comentar | ver comentários (4)

É curioso que a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) peça agora o fim da isenção de IMI para os partidos e se coíba de pedir o mesmo para a Igreja Católica.

 

Depois de ter sido noticiado que algumas repartições de Finanças começaram a cobrar IMI à igreja, já o Expresso tratou de noticiar o património imobiliário dos partidos. Agora lembra-se a ALP de pedir o fim das isenções dos partidos.

 

Espera-se que algum jornal (o Expresso, por exemplo) contabilize a dimensão da propriedade predial da Igreja Católica. Muitos desses bens foram obtida por doação, em mais de quatro mil paróquias em todo o território nacional. Seria, pois, muito interessante que todos percebessemos a dimensão da propriedade imobiliária nas mãos da Igreja.

 

Já agora, perceber quanto pagaram de impostos pelas doações de bens dos particulares e perceber quanto IMI deixou de ser cobrado quando essas propriedades passaram das mãos dos privados não isentos para as mãos da isenta Igreja.


publicado por Tempos Modernos, às 09:55link do post | comentar

O Governo não terá nenhuma vontade de reactivar uma Polícia Florestal cujas carreiras foram extintas há dez anos por um governo do PS.

 

Num debate televisivo, Jorge Gomes, secretário de Estado da Administração Interna, insistiu na solução então encontrada - a da integração dos antigos quadros da Polícia Florestal no SEPNA, o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR.

 

Com a importância que a floresta tem na economia nacional e com as características que em Portugal tomam, ano após ano, os incêndios florestais, será um erro filosófico de fundo insistir numa solução não exclusivamente voltada para esse sector.

 

O SEPNA acorre a derrames de óleo, a lançamentos de entulho em lugares não autorizados, a pássaros vendidos em feiras, a cães a ladrar em apartamentos. E os antigos mestres da Polícia Florestal acompanham-nos o ano inteiro nessas missões. À floresta, irão quando forem. E, ainda assim, apenas lá irão os que não tiverem sido integrados em equipas que actuem em concelhos de grande peso urbano, como o de Lisboa.

 

 


publicado por Tempos Modernos, às 09:45link do post | comentar

Pedro Passos Coelho insiste na "obrigação moral" da esquerda em garantir a estabilidade do país.

 

Quer dizer, tem razão, sim, mas com ressalvas. Depois das últimas legislativas, Passos Coelho não se coibiu de formar Governo quando já quase toda a gente tnha percebido que a sua não era uma solução estável.

 

Depois disso, tem havido bastantes mais meses de estabilidade política do que aqueles que ele e Paulo Portas foram capazes de garantir.


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