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Fev 17
publicado por Tempos Modernos, às 13:25link do post | comentar

Lá foram contratar o fascista para continuar a defender a tortura de músicos nas páginas dos jornais.


publicado por Tempos Modernos, às 11:13link do post | comentar

Houve um dia em que percebeu que aquilo que, em vários, se acreditava ser do domínio da simulação, era, afinal, muito mais, do da dissimulação.

 

Mais do que não ter algo que se fazia de conta que se tinha, fazia-se de conta que se não tinha algo que se tinha.

 

Daí em diante tudo se tornou extraordinariamente transparente. E de impossível convívio ético.


publicado por Tempos Modernos, às 10:21link do post | comentar

Durante anos a fio ouvi-lhe as piadas acerca das várias centenas de títulos feitos pelos directores e pelos seus colegas editores da revista em redor da mesma ideia:

 

“Os mais isto”, “os melhores aquilo”.

 

Publica agora um livro-guia com o mesmo tipo de título.


publicado por Tempos Modernos, às 00:45link do post | comentar

No ano em que se comemora o centenário da revolução soviética seria interessante que se reeditassem alguns livros russos.

 

Parece que sairá finalmente, em português de cá, o Eugéne Onéguin, de Púchkin, editado pela Relógio d'Água e traduzido por Nina e Filipe Guerra. E talvez se esgote o cânone russo oitocentista que havia por publicar.

 

Depois, há umas quantas obras directamente relacionadas com a revolução de 1917, críticas ou de louvor, que não terão sido traduzidas directamente do russo e que se encontram há muito esgotadas. Obras de três autores soviéticos premiados com o Nobel da Literatura.

 

A Sextante tratou de duas. Em 2008, reeditou Doutor Jivago, do Nobel da Literatura de 1958, Boris Pasternak, com tradução de António Pescada. Em 1965, a obra, uma história de amor atropelada pela revolução, deu origem, como se sabe, ao filme homónimo de David Lean. Um épico com Omar Shariff, Julie Christie, Geraldine Chaplin e o português Virgílio Teixeira. 

 

Em 2012, pela mão do mesmo tradutor, António Pescada, a Sextante publicou Um Dia na Vida de Ivan Deníssovitch, de Aleksandr Soljenítsin. Crítico do poder soviético, o autor venceu o prémio Nobel da Literatura em 1970. Já depois da queda do regime apoiou grupos nacionalistas próximos do saudosismo czarista e manifestou por várias vezes a sua oposição à democracia. Estranhamente, dois dos seus outros livros paradigmáticos, O Pavilhão de Cancerosos e, principalmente, Arquipélago de Gulag não se editam em Portugal desde 1977 (Bertrand) e de 1975 (Dom Quixote).

 

Já do lado de um apoiante da revolução, estão também por traduzir do russo os quatros volumes de O Don Tranquilo, de Mikhail Chólokhov, Nobel da Literatura em  1965. Um ou outro destes volumes ainda se encontram, mas com dificuldade, nas livrarias, na versão dos Livros do Brasil, que lhe preparou a derradeira edição em 1983. Foi também publicado pela Civilização e pelo Círculo de Leitores.


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