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Abr 13
publicado por Tempos Modernos, às 19:27link do post | comentar

 

(Foto: ionline.pt)

 

Entre os adversários da demissão do Governo, há um grupo grande que a recusa com o tempo que demora a marcar e realizar eleições e a ter um novo Executivo. "Paralisia", dizem eles.

 

Não obstante, Relvas demitiu-se há quase uma semana e todos os observadores falam da iminência de um remodelação que desbloqueie o impasse provocado pelo chumbo do Constitucional e pelo falhanço de várias metas governamentais.

 

Enquanto não há ministros novos - os ministros que proximamente terão de preparar dossiês para receber a tróica e negociar com ela -, o país parece caído num impasse protocolar e institucional. Passos Coelho tarda nas mexidas e Cavaco sairá em viagem para ficar fora a semana toda.

 

Parece que, por isso, só poderá dar posse a novos ministros até este sábado. Ao domingo, o senhor descansa. E depois só andará por Portugal lá para dia 20 de Abril, primeiro dia de um novo fim-de-semana.

 

Para aquele grupo grande que é contra a demissão do Governo, "paralisia" é uma coisa provocada pelos processos eleitorais democráticos. Enquanto cortam e cortam, a isto que agora se vive chamam compromissos de agenda inconciliáveis. 


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