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Há dias uma notícia do Público chamava a atenção para o número crescente de pais que recusam vacinar os filhos. Surgida em 1796, a vacina contra a varíola constituiu a primeira terapêutica verdadeiramente eficaz da história da medicina. Até lá, de certa forma, o que se curava curava-se, o que não se curava matava ou moía, na melhor das hipóteses. A humanidade tem, por conseguinte, escassos dois séculos de medicina científica.
Nesss lapso temporal só se mostrou capaz de debelar da face da terra uma doença infecto-contagiosa - justamente essa de que o escocês Edward Jenner descobriu a vacina, no final do século XVIII.
Em 2011, este tipo de doenças persiste em manter níveis de mortalidade pornograficamente elevados. Taxas a justitificar as sucessivas e contínuas acções de vacinação promovidas por agências das Nações Unidas.
Usar a capa deste tipo de acção humanitária para tentar obter o ADN de Osama Ben Laden é do foro do odioso. E ainda por cima de duvidosa eficácia para a segurança do mundo ocidental.
O conradiano coronel Kurtz, de Apocalipse Now, não fala de uma aldeia vietnamita onde tinham sido cortado todos os braços das crianças vacinadas pelos norte-americanos? Quem é continuamente traído, como os eventuais vacinados, terá muito poucas razões para acreditar na boa-fé de quem combate terrorismo com terrorismo.
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