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Ago 16
publicado por Tempos Modernos, às 12:12link do post

É curioso que a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) peça agora o fim da isenção de IMI para os partidos e se coíba de pedir o mesmo para a Igreja Católica.

 

Depois de ter sido noticiado que algumas repartições de Finanças começaram a cobrar IMI à igreja, já o Expresso tratou de noticiar o património imobiliário dos partidos. Agora lembra-se a ALP de pedir o fim das isenções dos partidos.

 

Espera-se que algum jornal (o Expresso, por exemplo) contabilize a dimensão da propriedade predial da Igreja Católica. Muitos desses bens foram obtida por doação, em mais de quatro mil paróquias em todo o território nacional. Seria, pois, muito interessante que todos percebessemos a dimensão da propriedade imobiliária nas mãos da Igreja.

 

Já agora, perceber quanto pagaram de impostos pelas doações de bens dos particulares e perceber quanto IMI deixou de ser cobrado quando essas propriedades passaram das mãos dos privados não isentos para as mãos da isenta Igreja.


a politica na Tugolândia está completamente apodrecida;
a democracia já não existe, parou, ficou lá atrás no tempo na Grécia antiga - o que existe neste tempo é um abuso de linguagem, um usar de terminologia que nada tem que ver com as sociedades recentes - mais valia banir essa palavra do dicionário, na mesma altura em que "impuseram"um acordo ortográfico sem qualquer sentido,
passado adiado a 29 de Agosto de 2016 às 17:25

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