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publicado por Tempos Modernos, às 12:12link do post | comentar

É curioso que a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) peça agora o fim da isenção de IMI para os partidos e se coíba de pedir o mesmo para a Igreja Católica.

 

Depois de ter sido noticiado que algumas repartições de Finanças começaram a cobrar IMI à igreja, já o Expresso tratou de noticiar o património imobiliário dos partidos. Agora lembra-se a ALP de pedir o fim das isenções dos partidos.

 

Espera-se que algum jornal (o Expresso, por exemplo) contabilize a dimensão da propriedade predial da Igreja Católica. Muitos desses bens foram obtida por doação, em mais de quatro mil paróquias em todo o território nacional. Seria, pois, muito interessante que todos percebessemos a dimensão da propriedade imobiliária nas mãos da Igreja.

 

Já agora, perceber quanto pagaram de impostos pelas doações de bens dos particulares e perceber quanto IMI deixou de ser cobrado quando essas propriedades passaram das mãos dos privados não isentos para as mãos da isenta Igreja.


A questão da taxação dos imóveis pertencentes à Igreja Católica foi regulado pela concordata e assinada entre o estado Português e o Vaticano. Não é pois yma decisão unilateral. A taxação dos imóveis dos partidos políticos é uma questão de gestão e governação e da maior justiça e equidade fiscal.
Os portugueses têm o dever de exigir responsabilidades políticas, legais e fiscais aos partidos, bem como aos titulares de orgãos de cargos políticos. É um passo (não o último...)para a imperativa moralização da política no nosso país.
explicit a 29 de Agosto de 2016 às 16:17

a politica na Tugolândia está completamente apodrecida;
a democracia já não existe, parou, ficou lá atrás no tempo na Grécia antiga - o que existe neste tempo é um abuso de linguagem, um usar de terminologia que nada tem que ver com as sociedades recentes - mais valia banir essa palavra do dicionário, na mesma altura em que "impuseram"um acordo ortográfico sem qualquer sentido,
passado adiado a 29 de Agosto de 2016 às 17:25

É que se eles pagassem, os outros (todos nós) pagávamos menos. Os g@jos dos partidos têm bons ordenados então, se todos eles contribuírem o seu IMI custa menos a pagar, mas não, paga o Zé como tem vindo a acontecer com a banca ... Muito mais fácil. Idiotas!
a 29 de Agosto de 2016 às 19:11

Possivelmente em vez de andar a discutir se uns ou outros deviam pagar IMI ou que jornal defende a igreja ou defende quem quer que seja, seria melhor pensar porque é que não se acaba com as exceções todas é assim todo o património imobiliário passe todo a pagar o devido imposto!!!'
Rui salgado a 30 de Agosto de 2016 às 09:26

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