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Abr 13
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01
Nov 12
publicado por Tempos Modernos, às 16:59link do post | comentar | ver comentários (1)

 


 

(Foto: expresso.sapo.pt)


“É criminoso. Na minha opinião, não é falta de competência, porque eu não quero acreditar que eles [o governo] sejam tão estúpidos que não percebem que assim não atingimos a recuperação mantendo o bem-estar da população”. 



25
Abr 12
publicado por Tempos Modernos, às 08:55link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

 


25
Abr 11
publicado por Tempos Modernos, às 13:26link do post | comentar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


publicado por Tempos Modernos, às 12:43link do post | comentar

 

 

 

Ainda por Belém, Ramalho Eanes defende papel da Filosofia na construção do país.

 

Onde terei eu ouvido isto?


publicado por Tempos Modernos, às 12:31link do post | comentar

Agora, discursando em Belém, Mário Soares defendeu que os partidos se devem entender. A TVI filmou Bernardino Soares.


publicado por Tempos Modernos, às 12:28link do post | comentar

 

 

 

Na divisão clássica, os títulos da imprensa podem ser informativos ou incitativos. Mas há outra categoria: a dos maus títulos. Como este, do Público, onde se diz que ”Parlamentares recusaram comemoração alternativa do 25 de Abril [na sala do Senado]”.

 

O título é verdadeiro. Mas em regra, muitos leitores (e muitos jornalistas também) têm dificuldade em perceber a função do artigo definido e acham que “parlamentares” e “os parlamentares” quer dizer exactamente a mesma coisa. Mas não: “Parlamentares” refere-se à parte, alguns dos grupos mas não a totalidade. Já “os parlamentares” refere-se a todos, sem excepção.

 

Enquanto modelo incitativo o título não falha. Aponta a algumas ideias feitas: que os partidos são todos iguais, que não se distinguem uns dos outros, que não hipóteses de entendimento entre eles. E cria empatia com o taxista instantâneo que existe em cada leitor. Com o título em destaque, o Público não mente, mas toma partido, perpetua clichés e presta mau serviço à informação.

 

Se tivesse titulado que só o PCP tinha aceitado a proposta do PS para as comemorações alternativas fazia na mesma um título verdadeiro, mas desta vez informativo. E insisto, nunca é demais lembrá-lo, que o objectivo primeiro dos jornais é informar. Um título destes, mostrava existir um partido – o PS – que tenta, com uma proposta, resolver a ausência de comemorações parlamentares do 25 de Abril em 2011; mostrava a existência de um outro – o PCP – que afinal em certas coisas, mesmo que simbólicas (matéria não de somenos em Política), como neste caso, está aberto a convergências.

 

Nota: Já depois de ter feito este post, o jornal actualizou ligeiramente o título. Noto que a entrada na página de rosto do Público na net está jornalisticamente errada. Por questões possivelmente de espaço da caixa online, afirma-se que "os grupos parlamentares não responderam à proposta da vice-presidente do PS. É preciso ler a notícia toda para se sair informado.


publicado por Tempos Modernos, às 09:28link do post | comentar

Balanços que se fazem nos jornais: Aqui, aqui, aqui e aqui.


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