11
Jul 16
publicado por Tempos Modernos, às 12:06link do post | comentar

E num dia grande para o desporto português ainda houve duas medalhas de ouro no europeu de atletismo em Amesterdão (Sara Moreira na meia-maratonaPatrícia Mamona no triplo salto), duas de bronze (Jésssica Augusto também na meia-maratona e Tsanko Arnaudov no lançamento de peso) e um segundo lugar numa etapa da Volta à França (para o ciclista Rui Costa).

 

A ver se amanhã Portugal prossegue nesta crista da onda.


25
Nov 12
publicado por Tempos Modernos, às 21:35link do post | comentar | ver comentários (1)

 

(Foto: serbenfiquista.com)

 

Uma velha glória do futebol e do atletismo, quase completamente esquecida.


14
Jul 12
publicado por Tempos Modernos, às 16:04link do post | comentar | ver comentários (1)

(foto: Record)

 

Nos últimos jogos olímpicos, Marco Fortes atreveu-se a fazer uma piada com o seu insucesso na prova de lançamento do peso: “Cheguei à conclusão que de manhã só estou bem na caminha. Lançar a esta hora foi muito complicado. Apesar de ter entrado bem na prova, com dois lançamentos longos com mais de 19 metros, no último as pernas queriam era estar esticadas na cama.”

 

Caiu-lhe o país em cima, que os autóctones são de indignação fácil e ruidosamente histérica com os assuntos irrelevantes e com os sentidos de humor pouco óbvios. O melhor lançador de peso português de sempre, com marcas relevantes (ainda agora confirmadas no Europeu de Atletismo), numa disciplina sem tradição nacional, acabou por pedir desculpa. Como se fosse uma fortuna a bolsa que recebia para treinar, como se Portugal investisse nos seus atletas de alta competição, recordistas ou vencedores de medalhas, um avo do que investe nos futebóis*. 

 

Vicente Moura, o eternizado presidente do Comité Olímpico (COP), juntou-se ao coro. Marco Fortes acabou por regressar mais cedo de Pequim, de castigo. O dirigente falou do brio e profissionalismo dos atletas, da sua cultura e educação; foi contestado; viu Rosa Mota ser apontada para ser sua sucessora; sem grande convicção aparente, ameaçou deixar a presidência do COP para depois reconsiderar; pôs em causa a eficácia da preparação dos desportistas, pediu o apoio das federações para fazer mexidas profundas na instituição; vincou a necessidade de aprender com a missão a Pequim.

 

Passaram quatro anos e, desta vez, Vicente Moura não promete medalhas. Resta saber se é apenas por receio da fasquia demasiado alta, como em 2008, ou também pela fé no trabalho entretanto desenvolvido.

 

*As três medalhas conquistadas por atletas portuguesas em Helsínquia, entre os dias 27 de Junho e 1 deste mês, ficaram bem mais baratas que o hotel escolhido pela selecção de futebol para ficar no Euro 2012. E quem deu por elas no meio do ruído que envolveu os pupilos de Paulo Bento - embora unido, o mais fraco grupo de selecionados dos últimos anos?


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