21
Out 16
publicado por Tempos Modernos, às 18:53link do post | comentar

Mota Soares ao estar no governo com os colegas de partido Assunção Cristas e Paulo Portas

 

Cortou o abono de família

Reduziu o subsídio de desemprego 

A indemnização por despedimento

Impôs dias de trabalho gratuitos tirados das férias e dos feriados

E mais cinco horas semanais gratuitas no Estado

Eliminou o descanso compensatório por trabalho suplementar

Aprovou os cortes nas pensões nominais

 

Mota Soares ao estar no governo com os colegas de partido Assunção Cristas e Paulo Portas

 

Não hesitou em cortar pensões

Aprovou orçamentos inconstitucionais pela sua crueldade contra os mais idosos.

 

Em quatro anos no governo com os colegas de partido Assunção Cristas e Paulo Portas

Mota Soares só aumentou

 

Pensões sociais e rurais

E as que tinham curtas carreiras contributivas (até 15 anos no regime geral, até 18 anos na CGA)

Deu-lhes entre 12,01 e 15,14 euros

Mas esqueceu-se dos que contribuíram mais de 15 anos no regime geral e que têm pensões abaixo dos 275 euros

 

Nesses quatro anos que Mota Soares passou no Governo com os colegas Assunção Cristas e Paulo Portas

 

Pagou aqueles poucos aumentos

Tirando aos mais pobres

Cortando no Complemento Solidário para Idosos

E noutras pensões

 

Mota Soares queria voltar a estar no governo com os colegas de partido Assunção Cristas e Paulo Portas

 

E até prometia tirar mais 2400 milhões de euros às pensões até 2019

 

Agora, Mota Soares colega governo e de partido de Assunção Cristas e Paulo Portas

 

Acordou para a vez dos doentes, os novos ciganos e malandros do RSI


07
Ago 16
publicado por Tempos Modernos, às 15:59link do post | comentar

Pelo que representa de uma certa atitude cultural, o caso é grave e os comportamentos dos três governantes não são admissíveis.

 

No entanto, quando li o título "Quero quando não posso e não quero quando posso", julguei que Francisco Louçã se referia à situação.

 

Afinal não. Quem identifica um certo discurso de modo claro é o autor do blogue O Jumento com o título "Putas velhas armadas em virgens puritanas."

 

Aproveitando o articulado usado hoje - por uma jornalista sempre opiniosa e pouco dada ao exercício do contraditório - numa entrevista conduzida a meias: serão senhores "de um percurso e  uma coerência peculiares".


04
Jan 16
publicado por Tempos Modernos, às 18:59link do post | comentar

Francisco Louçã declara a morte do "pá". Di-lo substituído pelo "tipo". Talvez não se devesse armar ao linguista instantâneo.

 

Pode já não ter a força obsessiva que teve (por exemplo, na boca dos militares - ouça-se Otelo Saraiva de Carvalho), mas o obituário de Louçã parece manifestamente exagerado. 

 

Saltando várias gerações, passando por cima da minha e da seguinte, ainda no ano passado, tive uma colega de 20 anos, na FCSH, que nos metralhava com "pás". Pá isto, pá aquilo. E não é caso singular.

 

Quanto ao "tipo" ter origem brasileira, será mesmo assim? Nos comentários, Louçã desconfia de alguém que lhe sugere esta hipótese, mas andará distraído há muito tempo: o "tipo" não virá antes do "like" de tanto filme americano, como já me sugeria um colega do Técnico há mais de 20 anos?


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