Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


A altura errada

por Tempos Modernos, em 14.01.13

 

 

(Foto: dn.pt)

 

O tempo de Ferro Rodrigues à frente do PS terá passado e possivelmente nem indicável para Belém será. 

 

Mas com Manuel Maria Carrilho é dos poucos socialistas a perceber que o mundo mudou substancialmente e que o país já não vai lá com alternâncias.

 

Para que o PS venha a tornar-se verdadeiramente útil e consequente, ainda terá de queimar António Costa. O autarca de Lisboa pouco mais representa que a dança de lugares.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:52

Alguns partidos são mais iguais que outros

por Tempos Modernos, em 03.03.11

 

 

  

Manuel Maria Carrilho tem má imprensa. Mesmo muito longe de concordar a cem por cento com as suas políticas, foi o único ministro da Cultura que Portugal teve.

 

Teria dado um  presidente da Câmara Municipal de Lisboa muitíssimo melhor do que Carmona Rodrigues a quem recusou – e bem – apertar a mão no final de um debate. Em Portugal a hipocrisia tem os seus louvaminheiros. Prefere-se o que espeta a faca mas estende a mão, ao que justamente a recusa por o outro ter furado um pacto de alegados cavalheiros.

 

Hoje, no DN, Carrilho relembra o egípcio a quem o ministro Luís Amado mandou dar um voto português na UNESCO.

 

«O voto escabroso

Finalmente, o candidato egípcio que, em Setembro de 2009, sonhou vir a sentar-se na cadeira de director-geral da UNESCO está onde há muito devia estar: em prisão domiciliária. O voto de Portugal – uma excepção, no quadro europeu - neste candidato, que arrastava consigo um variado currículo de crimes, ficará certamente como um dos momentos mais negros da diplomacia portuguesa, e como um episódio que revelou uma injustificável submissão de princípios nucleares a interesses mais do que duvidosos, abalando a imagem de Portugal como País defensor dos direitos humanos. Submissão que, numa entrevista vulgar (ao DN do último domingo), o ainda titular do MNE voltou a defender. Com nuances, claro, mas sem emenda: Cineri nunc medicina datur

 

Na política portuguesa, quase todos os partidos têm telhados de vidro no que toca ao convívio com gente sinistra. Nos jornais, esses relacionamentos só incomodam no caso de um dos partidos. O Executivo do PS pode ter apoiado o senhor, mas neste caso trata-se tudo de Real Politik

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:59


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.



Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D