10
Out 17
publicado por Tempos Modernos, às 13:06link do post | comentar

Rui Rio é uma há muito adiada grande promessa do PSD. Pedro Santana Lopes é uma há muito adiada grande promessa do PSD.


29
Set 17
publicado por Tempos Modernos, às 10:10link do post | comentar

Sofia Vala Rocha, número 5 da lista de Teresa Leal Coelho à câmara de Lisboa acaba uma entrevista ao Diário de Notícias a dizer não saber se Rui Rio prepara uma candidatura à chefia do PSD.

 

Ainda assim, pelo caminho, deu por duas vezes o exemplo de Rui Rio como alguém que - ao contrário de Pedro Passos Coelho, a quem Sofia Vala Rocha acusa de "homícido qualificado" do PSD em Lisboa - soube conduzir bem os processos políticos e autárquicos.

 

Setembro sempre foi mês de maiorias que chegam silenciosamente. Ou nem tanto.


05
Out 13
publicado por Tempos Modernos, às 21:29link do post | comentar

 

(Fonte: jn.pt)

 

Ricardo Araújo Pereira tem-lhe chamado "génio da banalidade". Dizem as más-línguas que por rivalidade clubística.

 

O comediante nem sempre faz o trabalho de casa - repete demasiadas vezes no Governo Sombra o que escreveu antes na Visão e deixa João Miguel Tavares sem contraditório, sem o desmontar e sem o fazer levar para o tabaco -, mas  são muito mais lúcidos os seus comentários que os da esmagadora maioria da intelligentsia comentadora-jornalística.

 

Se Araújo Pereira acusa Rui Moreira de ser um "génio da banalidade", manda o bom-senso que se avalie a acusação. Uma nota pessoal: como só muito vagamente acompanho as coisas da bola, confesso nunca ter prestado especial atenção ao pensamento do homem da Associação Comercial do Porto. Nas escassas vezes que o topei no comentário político, simpático e cordato, não entusiasmava, nem se recomendava, excessivamente próximo do Governo.

 

No entanto, foi embalado e embandeirado como "o verdadeiro representante" daquilo a que os jornais chamam "Candidatura Independente", Rui Moreira começou mal. No discurso de dia 29 de Setembro, assumiu a vitória no Porto com críticas aos partidos. Agora, na primeira entrevista concedida após a vitória eleitoral de domingo, aponta a cidade "servindo mais uma vez" como "farol para o país".

 

Ideias velhas e relhas as de Rui Moreira, em nada trazem novidade: Primeiro, o discurso avulso, populista, demagógico e inconsequente anti-partidos. Agora, a bravata de um bairrismo improdutivo, inculto, desmemoriado e assente em lugares-comuns perigosos num país demasiado pequeno para recorrer a divisionismos artificiais.

 

Pelas amostras juntas, e até ver, o discurso de Rui Moreira ainda só se mostrou independente da inteligência e da novidade.

 


06
Jul 12
publicado por Tempos Modernos, às 22:50link do post | comentar | ver comentários (1)

A julgar por certas atitudes.


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